“Só teremos a radiografia completa quando assumirmos. Por mais que Paulinho Freire tenha colaborado muito em fazer a melhor transição possível, a gente não sabe como está a situação de modo geral”, ressaltou Carlos Eduardo. Mesmo assim, ele afirma que o quadro é caótico. “Um caos administrativo, financeiro e moral sem precedentes”.
Em relação ao aumento de mais de 78%, aprovado pela Câmara Municipal de Natal (CMN) em primeira votação, o prefeito eleito afirmou que o valor não será definido durante os próximos seis meses. É o prefeito que tem a atribuição de fixar o valor do subsídio, dentro do teto máximo estipulado pela CMN, que será de R$ 25 mil.
“Só vamos definir isso quando tivermos um diagnóstico completo da situação. O salário será de acordo com o que a gente encontrar. Natal elegeu pessoa de bom senso que vai verificar a oportunidade ou não de se fazer esse aumento, que vale para os próximos quatro anos”, explicou Carlos Eduardo.
Ele confirma que, neste sábado (15), divulgará ‘grande parte’ dos nomes do seu secretariado. “São pessoas que vão exercer funções importantes e estão preparadas para isso. Todos os aliados vão conosco para a administração”, garante.
Rosalba
Mesmo demarcando claramente território de oposição à governadora Rosalba Ciarlini (DEM), o prefeito eleito admite procurá-la após a posse, caso necessário. “Temos um posicionamento político diferenciado, com uma linha demarcatória bem nítida, porém em nome dos interesses da cidade, isso precisa ser superado em nome das parcerias necessárias para a população”, promete.
De acordo com ele, não se pode deixar de constatar que Natal vive um “péssimo momento, com toda essa descontinuidade administrativa e todos os problemas que conhecemos, mas acredito que isso está passando e a cidade viverá dias melhores”, afirma.
De Fato
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