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quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Bancos vão injetar R$ 9 bilhões em créditos às micro e pequenas empresas



As micro e pequenas empresas receberão R$ 9 bilhões em créditos ao longo de outubro. A injeção de recursos será bancada por sete instituições financeiras, que oferecerão R$ 8 bilhões em novos empréstimos, e R$ 1 bilhão para negociação de dívidas. A oferta do crediário faz parte de ações da Semana Nacional do Crédito, que será realizada durante todo o mês, em datas diferentes, em todo o país.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Bancos fecham acordo para compartilhar caixas eletrônicos em todo o país


Em breve, os correntistas dos principais bancos do país não precisarão mais procurar um caixa eletrônico específico da instituição financeira para fazer saques. Poderão pegar dinheiro em um terminal de autoatendimento de qualquer instituição. Esta é a promessa dos bancos, que fecharam um acordo para compartilhar os equipamentos, segundo reportagem publicada no jornal 'O Globo'.

A ideia é reduzir custos e ganhar eficiência. Ao dividir o mesmo terminal, as instituições financeiras diminuirão gastos com transporte de valores, segurança, equipamentos e manutenção. Para o cliente, a vantagem será a multiplicação de postos de autoatendimento, já que ele poderá usar a rede de todos os bancos. O correntista não precisará pagar qualquer taxa extra pela unificação desses serviços, garante as instituições.

Alderi Dantas

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Greve dos bancários chega ao fim


Bancários de Criciúma e região aprovaram, em assembleia no final da tarde desta quarta-feira, a proposta apresentada pelos banqueiros. A reunião aconteceu no Sindicato dos Metalúrgicos. A partir desta quinta-feira, todas as 51 agências da região abrem em expediente normal. 

A greve da categoria iniciou dia 18 de setembro e atingiu 100% das agências de Criciúma e 90% nas demais oito cidades da região abrangendo mais de 800 trabalhadores. Pela proposta, irão receber 7,5% o índice de reajuste dos trabalhadores (aumento real de 2.02%); para 8,5% o aumento do piso salarial e dos auxílios-refeição e alimentação (ganho real de 2,95%); e para 10% no valor fixo da regra básica e no limite da parcela adicional da Participação nos Lucros e Resultados (PLR as propostas específicas dos bancos públicos Caixa e Banco do Brasil também foram aprovadas.

"No ano passado 21 dias, esse ano os bancários mostraram sua força e união e conseguimos arrancar 2% de ganho real, melhor do que no ano passado que foi de 1,5% entre outros importantes avanços. Foi uma importante vitória de todos os bancários”, avalia Ronald Pagel Soares, presidente do Sindicato dos Bancários de Criciúma e Região. O diretor do sindicato Edegar Generoso, destacou que pelo sentimento dos trabalhadores não é o avanço " que nós trabalhadores merecemos, porque trabalhamos demais visto isso no ranking dos lucros das agências, mas foi uma conquista significativa", disse.

A categoria reivindicava de 10,25%, piso salarial de R$ 2.416,38, PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos, Plano de Cargos e Salários para todos os bancários e elevação para R$ 622 dos valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação, do auxílio-creche/babá e da 13ª cesta-alimentação, criação do 13º auxílio-refeição, contratação de trabalhadores e segurança bancária. Os nove dias parados serão compensados até 15 de dezembro.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Bancários decidem nesta segunda-feira se acabam com greve

Foto: SAMUEL AGUIAR/O TEMPO/AE
Os 483 mil bancários de todo o País decidem nesta segunda-feira em assembleias marcadas para as 18h, se acabam com a greve, que completa hoje 21 dias - a mais longa da categoria desde 2004, quando a paralisação durou 30 dias. Na última sexta-feira, os representantes dos trabalhadores e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) chegaram a um acordo para encerrar o movimento. A proposta prevê reajuste salarial de 9%, que inclui a inflação dos últimos 12 meses até setembro último mais 1,5% de aumento real, além de outras melhorias financeiras.

Na reunião de sexta, também foi proposta a valorização do piso com correção de 12%. Com isso, ele passará para R$ 1.400 (aumento real de 4,3%). Ficou acertado ainda uma elevação do percentual para o cálculo da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

“Houve avanço nos pontos que considerávamos essenciais, como aumento real, melhoria do piso e do PLR”, disse a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira. A entidade representa 16 municípios, com 138 mil trabalhadores.

Além de concordar em não descontar os dias parados, assinalou Juvandia, os representantes dos banqueiros assumiram o compromisso informal de ampliar o número de vagas nas agências. “No caso da Caixa Econômica Federal [CEF], tivemos a garantia de 5 mil novas contrações”. A dirigente sindical vai defender a aprovação da proposta patronal.

Por meio de nota, o presidente do Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Carlos Cordeiro, também defendeu o fim da greve. “As novas propostas são resultado de um intenso processo de mobilização e negociação, que é o caminho que sempre defendemos, sem interferência de atores externos, para que os trabalhadores possam consolidar e avançara nas suas conquistas.”

No comunicado, a Contraf-CUT informou ainda que foram obtidas outras conquistas, como a proibição de que seja divulgado rankings individuais dos funcionários, o que permite coibir a cobrança das metas abusivas. Os dias parados deverão ser compensados com a extensão de duas horas nas jornadas até o próximo dia 15 de dezembro.

Ultimo Segundo

sábado, 15 de outubro de 2011

Bancários e Fenaban fecham acordo e greve pode acabar na terça-feira

Agora, os bancários vão levar a proposta para votar o fim da greve em assembleias na segunda-feira, voltando ao trabalho já na terça.
 
O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional de Bancos (Fenaban) chegaram a um acordo nessa sexta-feira (14), no segundo dia de negociações, na capital paulista, sobre reivindicações da categoria que está em greve há 18 dias. Os bancários e as principais instituições financeiras conseguiram chegar a um acordo de reajuste salarial de 9% para pôr fim à greve.

Agora, os bancários vão levar a proposta para votar o fim da greve em assembleias na segunda-feira, voltando ao trabalho já na terça.

Segundo Lourenço Ferreira do Prado, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec), a Fenaban propôs um reajuste de 9% nos salários e na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), além de aumento de 12% no piso da categoria.

Os bancários, que reivindicavam 12,8% de reajuste, aceitaram a proposta feita nessa sexta-feira (15), na reunião no hotel Maksoud Plaza, e, com isso, obtiveram 1,2% de aumento real nos salários.

Prado declarou que o Comando Nacional recomendará aos sindicatos de todo o país o retorno ao trabalho. A proposta pelo fim da greve será votada, segundo ele, em assembleias que ocorrerão entre segunda e quarta-feira. “A maioria dos sindicatos deve fazer as assembleias na segunda-feira e a volta ao trabalho deve ocorrer na terça-feira”, declarou Prado.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Bancários prometem intensificar greve a partir de hoje

Os bancários prometem intensificar em todo o país, a partir desta semana, a greve deflagrada na última terça-feira (27). "Queremos quebrar a intransigência dos bancos públicos e privados", diz o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeira, filiada à Central Única dos Trabalhadores (Contraf-CUT), Carlos Cordeiro. Nesta segunda-feira (3), o comando nacional se reúne, em São Paulo, para avaliar os rumos do movimento.

A categoria reclama do "silêncio" da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Segundo a Contraf-CUT, a entidade patronal não manifestou, até agora, intenção de retomar as negociações. Os trabalhadores entraram em greve após rejeitar a proposta de reajuste de 8% sobre os salários. De acordo com eles, esse percentual representa 0,56% de aumento real.

Os bancários reivindicam reajuste de 12,8%. Esse percentual representa, destacam, 5% de aumento real mais a inflação do período. Além disso, a categoria quer valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), abertura de contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, extinção de metas que consideram abusivas, mais segurança, igualdade de oportunidades e melhoria do atendimento aos clientes.

Em Natal, o sindicato da categoria informou via rádio a realização de uma assembleia na terça (04); na quarta (05), está prevista a realização de uma passeata envolvendo não apenas os bancários mas também outras categorias que estão em greve.

Diálogo

"Os bancos, que lucraram mais de R$ 27,4 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, têm plenas condições de fazer uma proposta que seja capaz de atender às reivindicações dos funcionários", diz Carlos Cordeiro. "Apostamos no diálogo e na negociação para resolver o impasse."

De acordo com a Contraf-CUT, o movimento paralisa bancos públicos e privados em 25 estados e no Distrito Federal. A entidade espera que amanhã os bancários de Roraima também suspendam as atividades. Na sexta-feira (30), foram paralisadas 7.865 agências e centros administrativos, segundo balanço da representação sindical.

"O Brasil é um dos países com maior desigualdade do mundo. Aqui, um executivo de banco chega a ganhar até 400 vezes a renda de um bancário que recebe o piso da categoria. É preciso mudar essa realidade e tirar o país dessa vergonhosa posição entre as dez nações mais desiguais do planeta", ressalto o presidente da Contraf-CUT.