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quarta-feira, 4 de junho de 2014

Bombeiros e policiais militares do RN têm reajuste aprovado


A proposta normativa que reajusta salário dos integrantes da Polícia Militar do Rio Grande do Norte e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado foi aprovado nesta terça-feira (3), na Assembleia Legislativa. 

O aumento será concedido de forma escalonada, conforme acordo entre a categoria e o Governo do Estado, sendo 6% a partir do dia 1º de setembro de 2014; 8% a partir do dia 1º de março de 2015; 9% a partir do dia 1º de setembro de 2015 e 9%, a partir do dia 1º de março de 2016.

Alderi Dantas

terça-feira, 27 de maio de 2014

Praças e oficiais suspendem greve, mas continuam em acampamento


Os soldados, praças e oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros desistiram de cruzar os braços nesta terça-feira (27). Ontem, após reunião de mais de três horas, a cúpula da segurança do Governo do Estado acatou parcialmente o pleito de reparação salarial da categoria. O reajuste pleiteado, de 56%, caiu para 32%, dividido em quatro parcelas que se estenderão até 2016. Em assembleia após a reunião, os militares suspenderam a paralisação até que a proposta seja encaminhada para a Assembleia Legislativa.

A previsão é que a tabela com os reajustes seja encaminhada pela Consultoria Geral do Estado (CGE) amanhã. Na reunião, ficou acordado que as associações de militares presentes apresentariam hoje para a consultoria a tabela com o detalhamento dos reajustes, que devem acontecer em quatro parcelas: uma 6% em setembro deste ano, 8% em março de 2015, 9% em setembro de 2015 e 9% em março de 2016.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

PMs e bombeiros aprovam paralisação na terça-feira

Policiais militares e bombeiros retomaram o acampamento em frente à Governadoria e estão anunciando uma paralisação para terça-feira. A principal reivindicação é o reajuste de 56,7% e o pagamento da diária operacional, correspondente a hora trabalhada. Além disso, a categoria também quer que o trabalho em diárias extras seja voluntário e não compulsório. As definições ocorreram manhã deste sábado durante mais uma assembleia. 

Rodrigo Marimbondo, soldado do Corpo de Bombeiros e integrante da Associação dos Praças e Bombeiros, relatou, durante a assembleia, que a lei de promoção dos praças foi enviado pelo Governo para Assembleia Legislativa diferente do que havia sido acordado pela categoria. “O governo mutilou a proposta, mas a que foi aprovada pelos deputados teve emendas atendendo a categoria”, disse o dirigente da associação. Ele ponderou que o secretário estadual de Segurança e Defesa Social, Eliezer Girão, demonstra disposição em discutir com a categoria, mas o problema ocorre com a área econômica do Governo.

Na última rodada de negociação, sexta-feira, o secretário de Segurança ofereceu diária de R$ 80 para praças e R$ 100 para oficiais. Mas o pedido da categoria é que as diárias sejam voluntárias.

Tribuna do Norte

terça-feira, 22 de abril de 2014

PMs e bombeiros do RN iniciam paralisação por tempo indeterminado


A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte iniciaram na manhã desta terça-feira (22) uma paralisação por tempo indeterminado. As duas categorias estão acampadas no Centro Administrativo do Estado, em Natal, e decidiram permanecer no local até que o governo do estado garanta o cumprimento das reivindicações. Parte dos oficiais das duas corporações aderiu ao movimento. Além de melhorias estruturais, os militares exigem o envio da Lei de Promoções de Praças para a Assembleia Legislativa e os bombeiros ainda cobram a abertura de concurso público. Uma assembleia deve acontecer até o final da manhã, quando será decidido pelo fim ou manutenção da paralisação.

Sobre os boatos que circularam nas redes sociais de que os ônibus também iriam parar nesta terça em Natal, o presidente do Sindicato dos Profissionais de Transporte do Rio Grande do Norte (Sintro), Nastagnan Batista,, disse que o serviço de transporte público na capital e na região metropolitana segue funcionando normalmente. "Vamos trabalhar normalmente. Só vamos parar se acontecer algo que atinja diretamente algum trabalhador ou se eles ficarem em risco, como trabalhar à noite sem policiamento nas ruas", explicou ele.