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terça-feira, 26 de setembro de 2017

Leitura da denúncia contra Temer na Câmara já dura mais de 3 horas



Já dura mais de três horas a leitura no plenário da Câmara dos Deputados da segunda denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer. A peça de acusação começou a ser lida às 12h09 pela 2ª secretária da Mesa Diretora, Mariana Carvalho (PSDB-RO). A expectativa dela é de que a leitura da denúncia, que tem 279 páginas, dure aproximadamente seis horas.

Foram duas tentativas de leitura da denúncia em plenário, mas não houve quórum suficiente para abrir as sessões nesta segunda-feira, 25, e sexta-feira, 22. Nesta terça a sessão foi aberta com 51 deputados na Casa, pouco depois das 11h34, mas o plenário esperou a chegada do presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) para o início da leitura. Poucos deputados de oposição e da base aliada acompanham neste momento a leitura. As informações são da Agência Estado.

Quando a leitura for concluída, o primeiro-secretário, Fernando Giacobo (PR-PR), notificará o presidente e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral da Presidência), ambos incluídos no pedido de investigação da PGR sobre o início da tramitação da peça na Casa.

A Secretaria Geral da Mesa deve enviar a denúncia ainda hoje para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e então começa a contar o prazo de 10 sessões plenárias para apresentação da defesa dos acusados. O presidente do colegiado, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG) deve anunciar nesta tarde o rito da tramitação do processo.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Câmara dos Deputados votará impeachment com fragmentação partidária recorde



A Câmara dos Deputados votará o afastamento da presidente Dilma Rousseff em meio a um nível recorde de fragmentação partidária, o que dificultará a governabilidade do país seja qual for o desfecho do processo.

Hoje, nada menos de 25 partidos têm assento na Casa. Os três maiores -PMDB, PT e PP, pela ordem- reúnem juntos pouco mais de um terço dos deputados federais.

Entre as siglas que encabeçaram as últimas seis disputas presidenciais, o PT amarga a menor bancada desde que chegou ao Palácio do Planalto, enquanto o PSDB encolheu à metade nos tempos de oposição, em relação aos anos do governo do tucano Fernando Henrique Cardoso.

A estreante Rede abriga a ex-senadora pelo Acre Marina Silva (ex-PT, ex-PV e ex-PSB), líder nas pesquisas de intenção de voto à Presidência, e apenas cinco deputados. O folclórico Partido da Mulher Brasileira tem apenas um -do sexo masculino.