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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Conta de luz ficará até 15,78% mais cara no RN



A conta de energia elétrica de maio já chega mais cara à casa dos potiguares. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira, 15, reajuste de 11,4% para a baixa tensão, que engloba a conta de luz das residências e do comércio de pequeno porte. O reajuste é praticamente três vezes maior do que o aplicado em 2013, que foi de 3,84%, referente à revisão tarifária periódica realizada a cada cinco anos. Cerca de 1,29 milhão de unidades consumidoras, entre casas e comércios, serão afetados no Rio Grande do Norte com a medida. 

As 2.400 unidades da indústria também serão afetadas através do reajuste para consumidores de alta tensão, que será de 15,78%. É mais do que o dobro do reajuste de 2013, de 7,33%. Em média, o reajuste para o RN foi de 12,75%. Os reajustes começam a valer a partir do dia 22 de abril, mas só deverão ser sentidos pelos consumidores no mês de maio, quando chegar a conta.

Alderi Dantas

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Conta de Luz pode subir 15% caso MP não seja aprovada pelo Senado até segunda-feira


Caso deixe de analisar as medidas provisórias (MP) 601, que amplia a desoneração da folha de pagamento para 16 setores, e 605, que garante a redução da conta de luz para os consumidores, o Senado barra duas iniciativas do governo consideradas estratégicas para estimular a economia. Os textos, aprovados ontem pela Câmara dos Deputados, têm validade até segunda-feira (3/6). Mas como os senadores aprovaram regra que determina que MPs só podem ser analisadas pelo plenário se chegarem com pelo menos sete dias antes de perderem a eficácia, elas podem voltar à estaca zero. Nesse caso, os consumidores podem arcar com uma alta de até 15% nas faturas de energia.

A MP 605 permite a transferência de recursos de um fundo setorial, a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), para ressarcir concessionárias de usinas térmicas na renovação de contratos, além de autorizar o governo a captar recursos no mercado para financiar essa parte da redução da tarifa.

Correio Braziliense

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Conta de luz ficará mais barata a partir de hoje em todo país



O governo publicou na edição desta quinta-feira (24) do "Diário Oficial" uma medida provisória e um decreto que regulamentam as reduções em tarifas de energia, que deverão garantir queda no preço da conta de luz. Na véspera, a presidente Dilma Rousseff confirmou, em pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, a redução na tarifa de energia elétrica divulgada mais cedo pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo Dilma, o corte na tarifa de energia para residências será de 18% e para a indústria, de até 32%, mesmos percentuais informados pela Aneel no início da tarde desta quarta-feira. Os cortes são ainda maiores que os anunciados pela própria presidente em setembro, quando ela afirmou que a redução média seria de 16% para residências e de até 28% para a indústria.

"A conta de luz, neste ano de 2013, vai baixar 18% para o consumidor doméstico e até 32% para indústria, agricultura, comércio e serviços. Ao mesmo tempo, com a entrada em operação de novas usinas e linhas de transmissão, vamos aumentar em mais de 7% nossa produção de energia e ela irá crescer ainda nos próximos anos”, disse Dilma durante o pronunciamento, de pouco mais de oito minutos.

G1

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Conta de luz mais barata vai chegar para os clientes em março



A presidente Dilma Rousseff sancionou ontem a Medida Provisória 579, que prevê regras para redução das tarifas de energia elétrica, em média, de 20,2% no mês que vem para todos os consumidores do país. Agora, a Agência Nacional de Energia Elétrica trabalha nos últimos detalhes para regulamentar as medidas e promover a redução nas contas de luz que chegarem aos consumidores em março, referentes ao consumo em fevereiro. A queda nas residências será de 16,2% e, para as indústrias, pode chegar a 28%.

Na sanção, a presidente acolheu emenda apresentada no Congresso que permite a renegociação de excedentes de energia contratados por grandes consumidores no mercado livre, ou seja, principalmente as indústrias intensivas em energia, como siderúrgicas. Isso significa que uma indústria poderá fazer contratações a longo prazo de energia de maneira menos arriscada porque, se no futuro ela não tiver consumido aquilo que esperava, poderá renegociar a sobra.

Marcos Dantas

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Desconto de 20% nas contas de luz está garantido, diz governo



Apesar de o próprio governo já admitir que o custo do uso acentuado das usinas térmicas será repassado aos consumidores, o secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse há pouco que o gasto com essas usinas não compromete o desconto de 20% nas contas de luz, a partir deste ano. "A redução de 20% é estrutural, enquanto o gasto com as térmicas é conjuntural. Não podemos misturar uma coisa com a outra", afirmou.

Ontem em entrevista à TV Globo, o ministro Edison Lobão disse que o impacto do uso em grande escala das térmicas seria de cerca R$ 400 milhões por mês, ou menos de 1% de impacto para os consumidores. Mas analistas de mercado projetam impactos maiores.

Zimmermann disse ainda que o País não corre o risco de passar por um novo período de racionamento de energia. Segundo ele, apesar dos reservatórios estarem em níveis baixos, o sistema hidrotérmico brasileiro está equilibrado. "Em 2001 o problema era a falta de usinas, e hoje não temos esse problema. As usinas térmicas entram nos leilões de energia para serem usadas quando houver necessidade. Essa é uma característica do nosso sistema", disse.

Agência Estado