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sábado, 26 de abril de 2014

Kim alerta forças norte-coreanas para 'conflito iminente' com EUA


O líder norte-coreano, o jovem Kim Jong-un, convocou seus soldados para um 'conflito iminente com os Estados Unidos', informa neste sábado (26) a imprensa estatal em Pyongyang, em meio à visita do presidente americano, Barak Obama, à Coreia do Sul.

Kim, comandante supremo de um Exército de 1,2 milhão de homens, visita com frequência as unidades militares para 'orientá-las' sobre sua preparação.

A mensagem foi passada na sexta-feira (25), durante a visita de Kim a uma unidade de artilharia, revelou a Agência Central de Notícias Coreana (KCNA). "Nosso querido comandante supremo Kim Jong-un disse que, atualmente, nada é mais importante que a preparação para o iminente conflito com os Estados Unidos", segundo a KCNA.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Coreia do Norte rejeita acordo com a Coreia do Sul sobre funcionamento de parque industrial



O governo da Coreia do Norte rejeitou ontem (14) a proposta de diálogo com a vizinha Coreia do Sul sobre o futuro do complexo industrial conjunto de Kaesong, que corre o risco de ser fechado por falta de mão de obra norte-coreana. As atividades no parque industrial estão suspensas e as autoridades norte-coreanas indicam que podem tomar uma decisão definitiva. Desde o dia 3, a Coreia do Norte impede o acesso dos sul-coreanos ao complexo, que fica em território norte-coreano.

Na semana passada, o governo norte-coreano determinou a retirada de 53 mil operários do país que trabalham no local. Por meio dos veículos oficiais de imprensa da Coreia do Norte, as autoridades do país informam que a medida foi tomada em reação à posição de confronto da Coreia do Sul.

Nas últimas semanas, a tensão na Península Coreana aumentou com as ameaças da Coreia do Norte de deflagrar uma guerra nuclear na região. A guerra pode atingir os territórios do Japão, da Coreia do Sul e também dos Estados Unidos.

O parque industrial de Kaesong reúne 123 empresas sul-coreanas. É uma parceria entre as duas Coreias: a do Sul entra com a tecnologia e o conhecimento, enquanto a do Norte envia operários. O complexo é o que resta dos esforços de reconciliação, após o congelamento das relações bilaterais em 2010. Em 2012, o volume de negócios somou US$ 469,5 milhões.

Agência Brasil

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Estados Unidos enviam aviões de combate para reforçar manobras militares na Península Coreana



O governo dos Estados Unidos enviou caças F-22 à Coreia do Sul para participar de manobras militares conjuntas. A iniciativa ocorre em meio à tensão na Península Coreana devido às ameaças feitas pelas autoridades norte-coreanas de uso de armamentos nucleares na região. Os aviões de combate sobrevoaram o Japão e integrarão as forças da Coreia do Sul para exercícios militares.

Na semana passada, os Estados Unidos enviaram dois bombardeiros B-2 para a Coreia do Sul, também para as manobras conjuntas. Há dois dias, a Coreia do Norte anunciou que se considera em “estado de guerra” contra a Coreia do Sul, renovando as ameaças sobre o desenvolvimento de armas nucleares e o aumento do seu arsenal.

Os Estados Unidos reagiram, informando que consideram sérias as ameaças da Coreia do Norte, mas que consideram a iniciativa mais um capítulo da sua “retórica belicista”. Ontem (31), durante sessão plenária do Partido dos Trabalhadores, o presidente norte-coreano Kim Jong-un confirmou que sua estratégia política é baseada no progresso da economia e no desenvolvimento de armas nucleares.

Do lado da Coreia do Sul, a presidenta sul-coreana, Park Geun-hye, disse que pretende reagir às ameaças do país vizinho e que leva  "muito a sério" as indicações de Kim Jong-un. "Se houver alguma provocação contra a Coreia do Sul e seu povo, deve haver uma resposta forte na forma de um combate, sem qualquer consideração política", disse ela.

Agência Brasil

sábado, 30 de março de 2013

Coreia do Norte anuncia 'estado de guerra' com Sul




A Coreia do Norte anunciou neste sábado o "estado de guerra" com a Coreia do Sul e que negociará qualquer questão entre os dois países sobre esta base.

— A partir de agora, as relações intercoreanas estão em estado de guerra e todas as questões entre as duas Coreias serão tratadas sob o protocolo de guerra — declara um comunicado atribuído a todos os órgãos do governo norte-coreano.

O anúncio ocorre um dia após o líder norte-coreano, Kim Jong-un, ordenar o início dos preparativos para atacar com mísseis o território dos Estados Unidos e suas bases no Pacífico e na Coreia do Sul.

A ordem foi emitida durante uma reunião de emergência com o Estado-Maior norte-coreano e é uma resposta direta às manobras conjuntas dos Estados Unidos e da Coreia do Sul na península com bombardeiros invisíveis americanos B-2, capazes de transportar armas nucleares.

Em caso de provocação imprudente dos Estados Unidos, as forças norte-coreanas — deverão atacar sem piedade o (território) continental americano (...), as bases militares do Pacífico, incluindo Havaí e Guam, e as que se encontram na Coreia do Sul — declarou Kim, citado pela agência oficial.

Na quinta-feira, em um contexto de escalada de tensões entre as duas Coreias, dois bombardeiros invisíveis B-2 sobrevoaram a Coreia do Sul, uma maneira de os Estados Unidos ressaltarem sua aliança militar com Seul em caso de agressão do Norte.

Zero Hora