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sábado, 29 de junho de 2013

Dólar fecha em alta de 1,63% e volta a ultrapassar R$ 2,20


Apesar de uma série de intervenções do Banco Central (BC), a moeda norte-americana fechou o dia com forte alta e voltou a ultrapassar a barreira de R$ 2,20. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (28) vendido a R$ 2,2317, com alta de 1,63%.

O câmbio operou em alta durante todo o dia. O dólar diminuiu o ritmo de aumento depois que o BC vendeu US$ 3,977 bilhões no mercado futuro. Por volta das 12h10, a cotação atingiu R$ 2,2001, na mínima do dia. Nas horas seguintes, no entanto, a moeda norte-americana voltou a subir, até encerrar a sessão na máxima do dia.

A cotação aproxima-se do recorde registrado no último dia 20, quando o dólar comercial fechou em R$ 2,258 e atingiu o maior valor desde 1º de abril de 2009. Há mais de um mês, o mercado financeiro global enfrenta turbulências por causa da perspectiva de que o Fed, o Banco Central dos Estados Unidos, reduza os estímulos monetários para a maior economia do planeta.

A instabilidade agravou-se depois de Ben Bernanke, presidente do Fed, ter declarado, há uma semana, que a instituição pode diminuir a compra de ativos até o fim do ano, caso a economia dos Estados Unidos continue a se recuperar. Se a ajuda diminuir, o volume de moeda norte-americana em circulação cai, aumentando o preço do dólar em todo o mundo.

Agência Brasil

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Governo toma nova medida que estimula ingresso de dólares no país



O governo reduziu para um ano o prazo dos empréstimos externos sujeitos à alíquota de 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Até o momento, a alíquota maior valia somente para captações no exterior com prazo de até dois anos. A medida foi publicada no "Diário Oficial da União", por meio de decreto presidencial, nesta quarta-feira (5).

Com a redução do prazo de empréstimos no exterior que têm alíquota majorada de IOF, o governo estimula o ingresso de dólares no Brasil. Uma maior entrada de recursos no país, segundo analistas, teoricamente favorece a queda do dólar. Isso porque, com mais dólares no mercado, seu preço tenderia a ficar menor. Com a medida, portanto, o governo diminui a pressão pela alta na cotação da moeda norte-americana registrada nos último sdias.

G1