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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Dilma determina implantação de sistema seguro de e-mails no governo


A presidenta Dilma Rousseff informou, em sua conta no Twitter, que determinou ao Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) a implantação de um sistema de correio eletrônico que proteja as mensagens oficiais. "Determinei ao Serpro a implantação de sistema seguro de e-mails em todo o governo federal. Esta é a primeira medida para ampliar a privacidade e a inviolabilidade de mensagens oficiais. É preciso mais segurança nas mensagens para prevenir possível espionagem", tuitou a presidenta em três mensagens no microblog.

A prioridade do governo brasileiro contra a espionagem norte-americana surgiu a partir das denúncias feitas nos últimos meses feitas pelo norte-americano Edward Snowden, ex-funcionário de uma empresa que prestava serviço para o governo dos Estados Unidos. Há denúncias de que cidadãos comuns de vários países e, inclusive, a presidenta Dilma Rousseff, seus assessores e a Petrobras tenham sido espionados.

Outro alvo de espionagem foi o Ministério de Minas e Energia. Por meio de sua conta no Twitter, a presidenta também determinou, na semana passada, ao ministro Edison Lobão uma “rigorosa” avaliação e o reforço da segurança desses sistemas".

Agência Brasil

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Presidente Dilma diz defender 'segurança' e não 'controle' da internet


Esclarecendo um ponto polêmico na discussão internacional sobre o futuro da internet, a presidente Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira que o Brasil não está pedindo "interferência" da ONU na rede, e sim ações para "preservar a (sua) segurança", protegendo o mundo de uma "nova guerra" no plano virtual.

Bandeira central no discurso que a presidente fez na terça-feira na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, Dilma disse que seu governo não concorda com "esse tipo de controle", mas quer propor legislação internacional evitar que "a nova guerra se dê dentro do mundo cibernético".

Desde que o Planalto reagiu às denúncias de espionagem atribuídas à Agência Nacional de Segurança americana (NSA), analistas e jornalistas têm criticado o que dizem ser um desejo do Brasil de se separar da internet americana ou promover o controle da rede por meio de uma entidade como a ONU.

"Nós não estamos pedindo interferência da ONU, não estamos dizendo 'ONU, controle a internet'", disse Dilma. "Nós não concordamos com esse tipo de controle. Nós estamos dizendo 'ONU, preserve a segurança, não deixe que a nova guerra se dê dentro do mundo cibernético, com hackers e tudo'".

EBC

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Dilma discursa nesta terça na ONU sobre espionagem dos EUA


Em meio ao mal estar entre Brasil e Estados Unidos gerado pelas recentes denúncias de espionagem, a presidente Dilma Rousseff abrirá na manhã desta terça-feira (24) a Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York, com um discurso em favor do respeito à privacidade dos cidadãos e à soberania dos países.

O chefe de Estado brasileiro é, tradicionalmente, sempre o primeiro a discursar porque o Brasil foi o primeiro pais a virar membro da ONU, em 1945, após a Segunda Guerra Mundial. A presidente usará cerca de 30 minutos para expor, entre outros temas, a proposta de que as Nações Unidas crie regras claras sobre o acesso a informações privadas na internet  e imponha limites às ações de inteligência entre as nações.

G1

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Dilma quer independência da internet brasileira após espionagem


A presidente Dilma Rousseff quer transformar a irritação após a descoberta da espionagem feita pelo governo norte-americano em ações práticas e radicais. Segundo a Associated Press, a chefe de governo propôs várias medidas que resultariam em uma "independência" da internet no Brasil.

A principal ameaça é exigir que serviços acessados pelos brasileiros (como Google e Facebook) tenham servidores instalados no país, dificultando o acesso estrangeiro às informações.

Além disso, a reportagem cita a criação de um serviço nacional de email, que será desenvolvido pelos Correios, e até uma ligação via fibra óptica diretamente com países da Europa e entrelaçada com outras nações da América Latina, tudo para evitar o contato com os norte-americanos.

Para demonstrar o descontentamento com Obama, Dilma até cancelou uma viagem marcada para outubro aos EUA. Especialistas estrangeiros enxergam o movimento como um passo perigoso rumo a uma rede fragmentada com pouca interferência dos governos. Além disso, mesmo que todas essas medidas sejam mesmo colocadas em prática, não seria tão fácil assim “desconectar” a internet brasileira da influência do resto do mundo.

Tecmundo

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Dilma conversa por telefone com Obama sobre viagem aos EUA


A presidente Dilma Rousseff e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, conversaram na noite desta segunda-feira (16) por telefone sobre a viagem oficial que ela tem programada para Washington em outubro.

Segundo informou o porta-voz da Presidência da República, Thomas Traumann, a presidente anunciará nesta terça-feira (17) se fará mesmo a viagem.

A presidente passou a cogitar o cancelamento da visita oficial após denúncias de que a Agência de Segurança Nacional dos EUA espionaram a própria Dilma, assessores e a Petrobras foram alvos de espionagem.

“A presidenta recebeu uma ligação hoje às 18h30 e amanhã vai informar aos senhores qual é a posição dela em relação à viagem”, afirmou.

G1

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

'Brasil é o grande alvo dos EUA', diz jornalista que divulgou espionagem


O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, que revelou os documentos secretos obtidos por Edward Snowden, disse em entrevista por telefone ao UOL que o Brasil é o maior alvo das tentativas de espionagem dos Estados Unidos. "Não tenho dúvida de que o Brasil é o grande alvo dos Estados Unidos", disse o jornalista, que promete trazer novas denúncias. "Vou publicar todos os documentos até o último documento que deva ser publicado. Estou trabalhando todo dia."

Greenwald revelou esta semana, em reportagem em conjunto com o programa "Fantástico", da TV Globo, que o governo americano espionou inclusive os emails da presidente Dilma Rousseff e de seus assessores próximos.

Snowden era técnico da NSA, a agência de segurança americana, e revelou ao jornal britânico "The Guardian", onde Greenwald é colunista, o escândalo de espionagem norte-americano.

Uol

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Dilma aponta leilão do pré-sal como motivo para ser espionada pelos EUA


O petróleo é nosso Durante reunião com ministros para discutir a informação de que foi espionada pela agência NSA, Dilma Rousseff apontou o pré-sal como principal alvo de interesse dos EUA. Ela descartou razões políticas para a ação. Integrantes do governo lembram que todas as empresas petrolíferas norte-americanas já sinalizaram a autoridades brasileiras que participarão do leilão de Libra, avaliado em US$ 15 bilhões e previsto para a mesma semana em que a presidente deve ir a Washington.

Folha de SP