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terça-feira, 2 de julho de 2013

"É fácil jogar pedra" diz FHC sobre a crise do Governo Federal


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) evitou criticar o governo federal diante das manifestações que tomaram conta do País. Segundo ele, o governo “chamou para si” o problema. “É fácil jogar pedra nesse momento, mas sei que a situação é difícil, é hora de compreender o momento”, afirmou o ex-presidente na noite de ontem, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura.

Ao comentar a recente onda de protestos País afora, o ex-presidente afirmou que o aumento da tarifa nos transportes foi o “estopim” das manifestações, mas, diferentemente de outras manifestações ocorridas no Brasil – como a passeata dos Cem Mil em 1968, a das Diretas-Já de 1984, citou – em que havia uma única bandeira a ser defendida, os manifestantes de agora defendem variados temas. “O estopim foi a tarifa de ônibus e metrô, foi o fio desencapado que provocou a onda de protestos. As manifestações de hoje são diferentes porque não têm um foco claro”, afirmou.

Guilherme Waltenberg, Estadão

terça-feira, 25 de junho de 2013

Dilma ouviu até FHC antes de anunciar plebiscito; Michel Temer não foi consultado sobre o assunto


Dilma Rousseff fez uma série de consultas antes de propor um plebiscito para convocar Constituinte exclusiva sobre reforma política. O ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) foi à casa do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para propor uma reforma política ampla, pactuada com a oposição. FHC disse ser favorável, mas que teria de consultar outros líderes tucanos. Quando Cardozo falou em plebiscito, o ex-presidente disse ser contrário, e o ministro concordou com ele.

Em reunião no Alvorada, no domingo, ministros defenderam a Constituinte exclusiva diante da dificuldade do Congresso em aprovar a reforma. Dilma falou sobre o plebiscito, mas não bateu o martelo. Já Michel Temer não foi consultado. O vice-presidente, que escreveu artigo contra a proposta em 2007, foi surpreendido pelo anúncio na reunião com governadores e prefeitos.

Folha de SP

terça-feira, 21 de maio de 2013

‘Não vou aparecer na hora da campanha’, diz FHC sobre 2014



No Estadão o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse que não pretende “aparecer” na provável campanha do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República, em 2014. 0 tucano afirmou que a próxima disputa presidencial não deve ser pautada por um embate entre os legados de seu governo (1995-2002) e das gestões do PT.

“Eu não vou aparecer na hora da campanha. Não adianta nada o apoio de A, de B, ou de C… Na hora da campanha, é uma conversa do candidato com o País. Não pode ser uma disputa Lula versus FHC”, disse o ex-presidente durante um debate realizado pela agência Reuters, em São Paulo.

domingo, 4 de dezembro de 2011

FHC culpa Lula por escândalos no governo Dilma e diz que o ex-presidente foi ‘complacente’ com a corrupção

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou, em entrevista ao jornal chileno El Mercurio, que os escândalos de corrupção nos ministérios são uma herança deixada pelo governo Lula para a presidente Dilma Rousseff. “Ela tem que demonstrar uma vontade diferente e indicar funcionários novos que não sejam corruptos”, observou.

Em visita ao Chile, onde participa de um seminário sobre economia organizado pelo Banco Itaú, o ex-presidente disse que a extensão dos escândalos que eclodiram neste ano “passam a impressão que aceitar a corrupção se tornou uma condição para governar” o Brasil.

Fernando Henrique criticou diretamente o ex-presidente Lula e disse que no seu governo houve mais impunidade. “Ele foi complacente. Sempre deu desculpas frente a condutas que não têm desculpa”, afirmou.

Drogas. O ex-presidente falou também sobre seu engajamento no debate sobre a descriminalização da maconha. Fernando Henrique defendeu a adoção de penas alternativas, “como trabalho comunitário”, e comparou a situação da droga a do tabaco. “Muita gente fumava (o tabaco), inclusive no início por glamour. Hoje isso já passou. Não houve proibição, mas sim regulação.”

FMI. Ao comentar a recente visita da presidente do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, ao Brasil, Fernando Henrique disse que “é um sinal de que o mundo mudou”. Ele destacou que, no passado, eram os brasileiros que iam pedir ajuda ao fundo. “Agora eles vêm para que emprestemos (dinheiro) a outros países que precisam.”

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

FHC diz que espera que Dilma continue limpando o governo

O ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (FHC), disse, hoje (7), que não se surpreendeu com a denúncia sobre cobranças de propinas no Ministério do Trabalho. "Espero que a presidente Dilma [Rousseff] continue limpando [o governo], porque está muito ruim. Mas não me surpreende porque toda a política está metida de tal maneira nesse jogo de favorecimentos e benesses, que é uma pena", disse o ex-presidente.

A declaração foi dada logo depois que FHC deixou o encontro organizado pelo Instituto Teotônio Vilela, onde a cúpula do PSDB se reuniu para discutir propostas para uma agenda para os próximos 20 anos.

Durante o evento, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse que o partido tem o dever de denunciar, mas também propor soluções para o país. O senador lamentou a acusação de que 75% dos cargos de livre provimento no Ministério dos Esportes tenha sido ocupado por "militantes do partido e não por pessoas que tenham qualquer familiaridade com o tema". Aécio Neves defendeu um "choque de profissionalização" na Administração Pública Federal e uma nova postura do governo.

Agência Brasil

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Momentos marcantes da pobre política brasileira


FHC recebe Dilma com um abraço em São Paulo, em evento que avaliza que a Bolsa Família é uma criação consagrada do PT: isto é política de alto nível. Kassab visita Dilma, reafirma que o PSD será independente e é adesista e governista. Dois momentos marcantes da pobre política brasileira, na mesma manhã.

Transcrido do Blog Robson Pires

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Deputada Fátima Bezerra faz pronunciamento e compara Governo Lula e FHC

Fátima Bezerra
A presidenta da Comissão de Educação e Cultura, Fátima Bezerra, fez pronuciamento hoje no plenário da Câmara dos Deputados para defender os investimentos feitos na educação pelo Governo Federal, destacando as diferenças de investimentos federais nas universidades entre os governos Fernando Henrique Cardoso e Lula, com grande desvantagem para o primeiro.

“O governo FHC não aplicava recursos nas universidades. Até o custeio era difícil”, lembrou a deputada. Ela citou que entre 2003 e 2010, durante o mandato petista, os orçamentos das universidadles saltou de R$ 6,7 bilhões para R$ 23,9 bilhões – um aumento de mais de 300%.

Fátima Bezerra rebatia o editorial publicado no jornal O Estado de São Paulo. Ela explicou que o programa federal Reuni mudou a paisagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) tamanho o número de obras que foram construídas e que estão em conclusão; e que na Universidade Federal do Semiárido (Ufersa), o número de vagas de graduação aumentou de 210 para 2030 no período.

No país, o número de universidades quase duplicou. “É o governo do PT investindo na educação superior, pois entendemos que só dessa forma fincaremos o país no primeiro mundo”, concluiu a presidenta da CEC.

Tribuna do Norte