Atualmente, o Caatinga representa 10% do território nacional, mas já teve mais de 40% de sua biodiversidade desmatada. A restauração do bioma é o tema escolhido por gestores da Floresta Nacional de Açu (RN) e pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para elaboração de um projeto na Unidade de Conservação (UC) .
Segundo informações do Instituto Chico Mendes de Preservação da Biodiversidade (ICMBio), para recuperar parte desta área, estão sendo analisados os métodos mais eficientes de plantio em comunidades locais. O objetivo é identificar quais são as árvores que capturam mais carbono e quais são as mais resistentes à desertificação.
Na primeira fase do projeto "Restauração de Caatinga em busca de ecossistemas resistentes à desertificação", foram plantadas 600 árvores nativas em cinco hectares da Floresta Nacional de Açu, que são monitoradas pelos pesquisadores.
A previsão é que nos próximos dois anos um experimento de ampla escala, ligada a uma rede internacional composta de 15 países, seja realizado. O objetivo é pesquisar os efeitos da biodiversidade e o funcionamento de ecossistemas arbóreos.
