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segunda-feira, 17 de março de 2014

Sinte/RN começa nesta segunda-feira mobilização para greve geral orientada pela CNTE


De hoje até quarta-feira próxima, dia 19, a categoria dos trabalhadores em educação do Estado participará da mobilização da greve nacional, organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, CNTE. É o que transmite a assessoria de comunicação social do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte, Sinte/RN.

Os trabalhadores em educação exigem o cumprimento da lei do piso, carreira e jornada, investimento dos royalties de petróleo na valorização da categoria, votação imediata do Plano Nacional de Educação, destinação de 10 por cento do Produto Interno Bruto, PIB, para a educação pública e contra a proposta dos governadores de redução do percentual de reajuste do Piso.

O Sinte/RN dá conta que haverá toda uma programação de atividades na capital do Estado. Hoje, segunda-feira, dia 17, às oito e meia da manhã, ocorrerá a Caminhada em Defesa da Dignidade aos Profissionais da Educação, sendo orientado aos participantes que compareçam de roupa branca. Às três da tarde, no auditório do sindicato, haverá debate sobre o tema ‘Apresentação e Análise do Projeto de Lei de Gestão Democrática da Rede Municipal de Natal’.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Secretária da Educação anuncia corte do ponto dos professores grevistas


A Secretária de Estado da Educação, Betania Ramalho, anunciou o corte do ponto dos professores que aderiram à paralisação deflagrada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE). O desconto dos salários deve ser feito na folha de fevereiro, uma vez que a folha de janeiro já está fechada.

De acordo com o levantamento realizado junto às Diretorias Regionais de Educação a adesão a greve tem sido baixa principalmente no interior. Nas regionais de Mossoró, Currais Novos, Apodi e Pau dos Ferros, por exemplo, o índice se aproxima de zero.

Em Natal, que tradicionalmente apresenta um maior número maior de professores que aderem ao movimento, mais de 65% das escolas funcionaram normalmente, com adesão zero. Em 25%, a adesão foi parcial, com a paralisação das aulas em determinados turnos. Somente 10% das unidades deixaram de funcionar completamente.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Trabalhadores em educação da rede estadual entram em greve por tempo indeterminado


Os trabalhadores da rede estadual deflagraram greve por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia geral da categoria realizada na manhã de ontem. O motivo para a paralisação é o descumprimento por parte do governo dos acordos firmados em 2013.

“Não há mais espaço para promessas”, declarou a coordenadora geral do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (SINTE/RN) Fátima Cardoso. “Corremos muito atrás, buscamos sempre o diálogo, mas só recebemos promessas e com o tempo vimos que não passava disso”, lembrou.

A greve foi deflagrada no primeiro dia do ano letivo de 2014 porque no ano passado, após outra paralisação, o governo firmou um acordo com a categoria e não cumpriu. Em agosto, reeditou o combinado, mas até agora nada foi cumprido.

Segundo o sindicato, a Secretaria de Educação foi notificada e na iminência da deflagração da greve chamou a direção para uma audiência. A secretária Betânia Ramalho não compareceu e enviou o secretário adjunto para uma conversa que “não avançou nas reivindicações”. O governo se comprometeu apenas a pagar o terço de férias no próximo pagamento e a reajustar o piso salarial em fevereiro com retroativo a janeiro, o que é uma obrigação do estado prevista em lei.

Panorama

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Greve sem salário: Seec cortará ponto de professores do Estado que aderirem à greve


A greve dos professores do estado do Rio Grande do Norte, deflagrada oficialmente na manhã de hoje, é enxergada como ilegal por parte da Secretaria de Estado da Educação (Seec), que avalia “não existir uma razão justa e concreta” para paralisação da categoria.

Em coletiva de imprensa, a professora Betânia Ramalho, titular da secretaria, informou que o governo entrará na Justiça ainda nesta semana com um pedido de ilegalidade da greve, além de cortar o ponto dos professores que optarem por aderir à paralisação. “Essa será uma greve sem salário”, afirmou.

Em contrapartida, a coordenadora geral do Sinte, a greve não pode ser ilegal, uma vez que se trata de um direito garantido por lei. “A lei de greve diz que quando um processo de negociação é frustrado, o direito de greve deve ser exercido. Eu lamento que a Secretaria esteja fazendo essa abordagem negativa. Se tem alguém ilegal aqui é a secretária Betânia e governadora Rosalba, que estão levando o serviço público ao caos”, disse, durante assembleia de deflagração da greve realizada na manhã de hoje.  “Hoje, saúde, educação e polícia civil estão em greve. Isso é um desequilíbrio do governo, não nosso”.

JH