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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Sem pronunciamento do Governo, greve dos servidores da saúde é aprovada por unanimidade e começa dia 1º de agosto

*Ilustração
Em assembleia de campanha salarial realizada na manhã de ontem (25), os servidores da saúde do Estado do RN aprovaram, à unanimidade, o início da greve para o dia 1º de agosto. Dirigentes explicam que há dois meses foi entregue a pauta de reivindicações e que somente foram recebidos, até o momento, pela SESAP. A total ausência de qualquer pronunciamento por parte da Secretaria de Administração ou da própria Governadora, ou seja, falta de negociação com o Governo, foi o que motivou a decisão pela greve.

“Vamos fazer uma forte greve. Com manifestações de rua, parando os hospitais, na capital e no interior, e nos unindo às outras categorias, como professores e servidores da Administração Indireta”, afirmou Rosália Fernandes, diretora do Sindsaúde.

Marcos Dantas

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Médicos rejeitam proposta e mantêm greve que ultrapassa 8 meses

Ilustração

Continua o impasse mantido entre o governo e médicos que prestam serviços ao Estado.
Em greve há oito meses, os médicos não aceitaram a nova proposta apresentada na mesa de negociações, e o impasse permanece sem solução.

A última proposta do governo limitou-se a oferecer um reajuste de 12% aos médicos, escalonado em duas parcelas, o que acabou não sendo suficiente para solucionar o problema.

"Parece que o governo esqueceu que estamos lutando pela dignidade dos pacientes, condições de trabalho, mais leitos de UTI, carreira médica e pelo Piso Fenam", expôs Geraldo Ferreira, presidente do Sinmed.
A última proposta enviada pela categoria médica reivindicava ao governo condições mínimas de trabalho, reajuste de 13,5% do salário-base, a partir de janeiro de 2013; concessão em janeiro da incorporação da GDAC ao salário dos médicos aposentados, do ambulatório e cedidos e a formação de comissão paritária Sesap/Sinmed para definir até março de 2013 a criação da carreira médica, Piso Fenam, controle de frequência e concurso público.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Médicos do Estado completam quase sete meses de greve



Os médicos que trabalham na rede estadual de saúde completam sete meses em greve no próximo dia 27. Ontem (15), eles fizeram um manifesto, denominado “Fora Rosalba”, contra o governo de Rosalba Ciarlini (DEM).

Categoria realizou uma caminhada que iniciou em frente à Associação Médica e terminou no Hospital Walfredo Gurgel.

De acordo com Geraldo Ferreira, presidente do Sindicato dos Médicos (Sinmed), a manifestação contou com a participação dos sindicatos dos funcionários da saúde, de odontologistas e membros do Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação de Ensino Superior (Sintest).

No Minuto

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Greve na saúde continua já que médicos rejeitaram um aumento de 22%, divididos entre fevereiro e setembro


Os secretários Isaú Gerino (Saúde) e Álber Nobrega (Administração), participaram de uma reunião com membros do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed) no sentido de pleitear o encerramento da greve no setor que se arrasta há 50 dias. Uma nova proposta foi apresentada, mas negada pela categoria dos profissionais em saúde.

 Pela nova proposta do Governo, os médicos receberiam um reajuste de 22%, divididos entre fevereiro e setembro de 2013 e fevereiro de 2014. A criação da Gratificação de Atividade Médica teria um impacto anual superior a R$ 27 milhões. Apenas em 2011, a categoria dos médicos do Estado foi contemplada com um aumento de 31% e, em relação a maio de 2011, os profissionais já obtiveram um ganho de 11%.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Destaque do Bom dia Brasil: Greve dos funcionários da saúde completa quase dois meses no RN

Mais uma vez o Rio Grande do Norte é destaque no Jornal Bom dia Brasil da rede globo de televisão. Dessa fez a reportagem é sobre a greve dos funcionários da saúde.

Segundo o jornal, já são 52 dias de greve. Cerca de 1,9 mil médicos estão sem trabalhar desde abril. O atendimento dos pacientes está caótico. Algumas pessoas já esperam há 20 dias por uma cirurgia. O governo não quis se pronunciar sobre o assunto.

Veja a reportagem na integra: