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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Cachoeira recebia 30% de faturamento da quadrilha, diz senador Randolfe Rodrigues


O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) afirmou nesta quinta-feira (10) que o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, recebia 30% do faturamento mensal da quadrilha de jogo ilegal investigada pela Operação Monte Carlo, da Polícia Federal.

De acordo com Randolfe, a informação foi dada pelo delegado da PF Matheus Mella Rodrigues, responsável pela operação.O delegado presta depoimento nesta quinta à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito criada para investigar o elo de Cachoeira com políticos e empresários.

"O Carlos Cachoeira ganhava 30% do faturamento de R$ 1 milhão a cada 30 máquinas caça-níqueis (por mês)", disse o senador.

G1

segunda-feira, 23 de abril de 2012

“CPI do Cachoeira é oportunidade de passar o Brasil a limpo” diz Deputado federal Rogério Marinho

O deputado federal Rogério Marinho avalia que a investigação da CPI do Cachoeira é uma oportunidade de “passar o Brasil a limpo”. Ele afirmou que o trabalho do colegiado em apurar as denúncias envolvendo o contraventor Carlos Cachoeira, políticos e empresários deve ser pautado por responsabilidade e serenidade. A CPI deve começar a funcionar na próxima quarta-feira.

“É uma oportunidade de passarmos a política do Brasil a limpo e verificarmos quem efetivamente tem vínculos com pessoas que estão à margem da lei. Todos nós temos a responsabilidade de fazer com que a investigação seja ampla, e não seletiva ou circunstancial. Ela deve abranger todos os aspectos e pormenores vazados pela imprensa para desvendar esse caso e dar uma satisfação à sociedade”, disse Rogério.

De acordo com o deputado, as suspeitas de irregularidades atingem diversos órgãos, governos e o setor privado. É o caso da construtora Delta – principal credora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e apontada pela Polícia Federal como parceira do esquema de Cachoeira.

Tribuna do Norte

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Grupo de Cachoeira agiu em esquemas ilegais que movimentaram R$ 400 mi

Carlos Augusto Ramos (Carlinhos Cachoeira)
O jornal Estado de São Paulo, edição de hoje, traz a notícia que o grupo de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, participou de esquemas ilegais que, juntos, movimentaram pelo menos R$ 400 milhões nos últimos seis anos. Entre os supostos crimes praticados estão contrabando, exploração de jogos de azar, corrupção e lavagem de dinheiro.

Segundo a reportagem, a organização criminosa atuava num raio de até 200 quilômetros do Palácio do Planalto, tendo como área de maior influência o chamado Entorno do DF. Era nesse território, com quase dois milhões de habitantes e baixo índice de desenvolvimento humano, que Cachoeira cooptava servidores públicos e policiais para atuarem como “soldados” da máfia dos caça-níqueis.

Tribuna do Norte