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terça-feira, 14 de junho de 2016

José Serra é citado em negociação de delação premiada da OAS



O senador e chanceler do governo interino, José Serra (PSDB-SP), é citado pela OAS nas negociações com a Operação Lava Jato para firmar acordo de delação premiada. Ele faz parte de uma lista com quase uma centena de políticos que devem ser expostos aos detalhes pela empreiteira, com informações sobre repasses a campanhas eleitorais. O tucano ainda pode fazer parte também da delação da Odebrecht.

Serra já aparecia na lista dos mais de 200 políticos apreendida em março deste ano em uma única operação de busca e apreensão feita da casa de executivos da Odebrecht.

O tucano, contudo, de acordo com a coluna de Monica Bergamo, da Folha, sempre foi admirado na Odebrecht por figuras como o ex-presidente da empreiteira, Pedro Novis, que antecedeu Marcelo Odebrecht e que vai depor na Operação Lava Jato.

A Odebrecht e o Ministério Público Federal assinaram em maio o documento da negociação de delação premiada e de leniência no âmbito da Operação Lava Jato. Os procuradores terão acesso a toda contabilidade de caixa dois da empresa, o que pode envolver centenas de políticos e autoridades de outros poderes.

Outros políticos do PSDB também apareceram no "listão" da Odebrecht, como o presidente da legenda, Aécio Neves (PSDB-MG), que tem reiterado que doações recebidas foram legais.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

PMN desiste de fusão com o PPS e muda rumos de José Serra


O PMN anunciou em convenção extraordinária, a decisão de não se fundir ao PPS para criar a Mobilização Democrática (MD). A movimentação entre os dois partidos era importante para os planos de diversos políticos do país e também do Rio Grande do Norte.

A presidente em exercício do PMN, Telma Ribeiro disse que o “timing” do PMN e do PPS estão diferentes e que desavenças para decidir sobre cargos nos diretórios regionais da nova legenda também influenciaram na decisão. Segundo ela, caso o MD fosse criado, ele não poderia ficar refém de coisa alguma, inclusive de uma possível ida de José Serra.

Marcos Dantas

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Kassab fecha as portas do PSD para José Serra


O prefeito Gilberto Kassab fechou as portas do PSD para o ex-governador José Serra, ao anunciar a intenção de apoiar a reeleição da presidente Dilma Rousseff. Desafeto do senador Aécio Neves (PSDB-MG), provável candidato da legenda a presidente da República, Serra está com um pé fora do ninho tucano.

“Amigos e seguidores: tirei estas semanas para descansar e viajar. Voltarei a estar com vocês aqui mais adiante”, disparou o Serra ontem no Twitter. Depois da derrota para o petista Fernando Haddad na disputa pela prefeitura de São Paulo, o futuro do político paulista no PSDB é uma incógnita.

sábado, 29 de setembro de 2012

José Serra chama repórter de ‘sem-vergonha’ em SP


Em visita ao bairro paulistano da Mooca, o candidato tucano José Serra abespinhou-se com uma pergunta que lhe foi dirigida em entrevista que concedeu na calçada. Recusou-se a responder. E chamou de “sem-vergonha” o autor da indagação.

Josias de Souza

terça-feira, 13 de março de 2012

Serra conta com apoio da maioria de dirigentes para vencer prévia do PSDB

Levantamento em 51 diretórios zonais mostra a preferência de 20 líderes pelo ex-governador

O ex-governador José Serra (PSDB) é o candidato favorito dos presidentes de diretórios zonais tucanos da capital que votarão na prévia do próximo dia 25 para escolher quem disputará a Prefeitura de São Paulo pelo PSDB em outubro.

Levantamento feito pelo Estado com 51 líderes da legenda na cidade mostra que 20 deles pretendem escolher Serra como candidato, ou seja, mais da metade dos 36 tucanos que declararam o voto. Há 58 diretórios zonais do PSDB pela capital paulista, mas 15 se recusaram a dizer qual é o preferido e outros sete não foram localizados.

Atrás de Serra, empatados na preferência dos presidentes tucanos, estão o secretário estadual de Energia, José Aníbal, e o deputado Ricardo Tripoli. Cada um têm oito votos de dirigentes.

O voto dos presidentes dos zonais não reflete necessariamente a preferência da militância: 20 mil filiados ao partido estão aptos para votar na prévia, mas a cúpula do partido estima que, no máximo, 5 mil compareçam.

O levantamento, no entanto, serve como indicativo de qual candidato tem a preferência da máquina partidária, que tem influência entre os eleitores. Conforme o Estado revelou em janeiro, muitos filiados não têm relação com o PSDB e foram cadastrados a pedido dos presidentes dos zonais. Pela análise do mapa dos diretórios, Serra tem mais votos na região leste, onde está a maioria dos filiados.

Serra se beneficiou do apoio dos secretários estaduais Andrea Matarazzo (Cultura) e Bruno Covas (Meio Ambiente), que abriram mão da prévia em favor do ex-governador no final do mês passado. A transferência de apoio nos diretórios foi quase automática. “Muita gente ligada ao Bruno ficou frustrada com a desistência. Acredito que esses filiados nem votariam mais, mas há um apelo para mobilizar a militância”, conta Eduardo Odloak, do zonal da Mooca.

Ricardo Tallarico, presidente do diretório de Vila Sabrina, votaria em Matarazzo antes de Serra entrar. “É o melhor para o partido, já que é ele que tem chances de ganhar”, declarou. “O Serra é o Serra. Aqui na minha região ele vai matar a pau”, afirmou Celso Elias, do diretório de Jaçanã.

sábado, 30 de julho de 2011

Probabilidade de candidatura de Lula em 2014 é muito alta, diz José Serra

O ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) avalia que o problema da corrupção no Brasil nunca foi tão sério e considera que a probabilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputar a sucessão presidencial em 2014 é muito alta. Essas afirmações foram feitas em entrevista ao jornal espanhol El País, divulgada na edição desta quinta-feira, 28.

Ao “El País”, Serra disse que Lula nunca deixou de estar em campanha e que algumas de suas declarações contra a oposição são retórica eleitoral. A respeito da ‘faxina’ que a presidente Dilma vem promovendo no Ministério dos Transportes, o tucano reconhece que a ação foi correta, mas considera que a petista atuou estimulada pela imprensa nacional, e não pela convicção de se promover uma limpeza na administração federal.

“O ex-presidente também afastou pessoas envolvidas em casos de corrupção, mas aquilo que poderia se transformar no início de uma política de transparência acabou em nada”, disse Serra. Na entrevista, o ex-governador vinculou a origem desses escândalos ao fato de o governo petista entregar a partidos da base aliada áreas onde exercem “um poder quase absoluto”.

“A corrupção no Brasil não é o único problema e não pode ser tratada como um fator isolado. Ela causa desvios de recursos, acentua a ineficiência e impossibilita o planejamento. Isso é exemplificado no caso do Ministério dos Transportes”, exemplifica o tucano.

O ex-governador admite que a imagem do Brasil no exterior é positiva e que a economia caminha em ritmo de crescimento, assim como a criação de empregos. Ele avalia ainda que o governo da presidente Dilma Rousseff começou bem no que se refere à defesa dos direitos humanos. O tucano acrescenta, contudo, que nos últimos tempos a posição da presidente começou a se mostrar ambígua e que o ímpeto em defender os direitos civis se diluiu.

Gustavo Uribe, da Agência Estado