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sexta-feira, 13 de junho de 2014

'Agenda positiva' do Congresso ainda tem 46% dos projetos parados


Um ano após o início das manifestações populares de 2013, seguem parados no Congresso, segundo levantamento do G1, 46% dos projetos da chamada "agenda positiva", anunciada pelos presidentes de Câmara e Senado como forma de resposta aos protestos.

Do conjunto de 32 propostas formuladas para atender reivindicações apresentadas nas manifestações do ano passado, 15 ainda não saíram do papel.

As outras 17 (54%) foram atendidas. Dessas, 15 viraram lei e duas foram os arquivamentos, a pedido dos manifestantes, do texto da chamada "cura gay" e da PEC 37, que restringia o poder de investigação do Ministério Público.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Ministro da Justiça diz que projeto sobre manifestações de rua deve ser votado


Os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves; e do Senado, Renan Calheiros; e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, decidiram dar preferência ao projeto do Senado sobre manifestações de rua. Eles estiveram reunidos nesta quinta-feira (10), no gabinete do presidente da Câmara, para acertar a votação da proposta.

O texto é um substitutivo do senador Pedro Taques (PDT-MT) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 508/2013, que está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. "A ideia é que o relator Pedro Taques concentre todas as sugestões apresentadas, do governo e dos parlamentares, para que tenhamos um texto que agrade à sociedade brasileira e possa ser aprovado com alguma rapidez", afirmou o ministro.

Cardozo acredita que o projeto será aprovado antes da Copa do Mundo. O ministro disse que o governo quer garantir a liberdade de manifestações, mas também quer evitar o abuso de policiais e manifestantes. O senador Pedro Taques crê que é possível votar seu relatório na CCJ na próxima quarta-feira (16) e aprovar a lei antes de junho.

blogdovt

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Equipe da Rede Globo é hostilizada e expulsa por manifstantes no RJ


Uma equipe de técnicos da Rede Globo foi hostilizada e expulsa por manifestantes da praça da Cinelândia (local de protestos no RJ), onde funcionários da emissora estavam recarregando equipamentos, nesta quinta-feira (15).

O grupo, com pelo menos 15 pessoas, a maioria mascaradas, jogou ovos e cascas de banana nos profissionais, que, ameaçados, foram obrigados a se retirar. Os manifestantes reclamaram da linha editorial da emissora e comemoraram a saída dos funcionários da Globo

Uol

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Médicos cruzam os braços em protesto contra medidas do Governo Federal

Assista ao vídeo:


Os vetos ao projeto do Ato Médico e a contratação de médicos estrangeiros provocou mais uma mobilização no Rio Grande do Norte.

Nesta terça-feira (23), em Natal, o Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed) convocou a categoria a uma paralisação para protestar contra as medidas relacionadas à classe médica. A orientação para os médicos sindicalizados em Natal foi a paralisação de consultas e exames nas redes públicas e privadas.

Além da manifestação de ontem, também estão confirmadas mais três paralisações e protestos da classe médica, nos dias 30 e 31 de julho, também com paralisação dos serviços, e no dia 8 de agosto, que é uma manifestação nacional em Brasília.

Sinmed

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Depois de dias em silêncio, Lula fala sobre as manifestações


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou sobre as recentes manifestações que têm tomado as ruas do Brasil durante um discurso na Etiópia, onde participa de um encontro sobre segurança alimentar na África. Lula considerou os protestos como parte do processo da democracia, e afirmou que essa liberdade é benéfica para o Brasil, segundo divulgou o Instituto Lula. “Feliz é um país com um povo que vai às ruas querendo mais”, disse. Ele também elogiou a atuação da presidente Dilma Rousseff e sua abordagem em relação às manifestações.

“Nos últimos 15 dias vocês ouviram pela TV e leram pelos jornais muita movimentação no Brasil: passeatas, protestos e queria dizer a vocês que feliz é o país que tem um povo que tem liberdade de se manifestar. E mais feliz ainda é um país que tem um povo que se manifesta e que vai às ruas querendo mais”, afirmou Lula.

“As pessoas querem mais no Brasil, mais transporte, mais saúde, mais salário, questionar o custo da Copa do Mundo. Acho que isso é saudável para um país que vive apenas 20 e poucos anos de democracia contínua”, completou o ex-presidente.