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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Marco Feliciano explica o que é na verdade o Projeto Cura Gay

Assista o vídeo:


O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, deputado Marco Feliciano (PSC-SP), divulgou um vídeo na internet para defender o projeto que ficou conhecido como "cura gay", aprovado na semana passada pelo colegiado.

"Não existe cura gay, porque homossexualidade não é doença", diz o deputado. Ele continua: "Mas não podemos tolher o direito de um profissional, como um psicólogo, de estudar um assunto que ainda não se colocou nele um ponto final, ainda é uma incógnita, ainda é um fenômeno".

O deputado omite o fato de que o projeto é apoiado por religiosos, não por psicólogos. A proposta, que passará ainda por duas comissões da Câmara antes de ir a plenário, suspende trechos de resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), de 1999. Ela anula, por exemplo, o parágrafo único que diz que "os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades".

Tribuna da Bahia

sábado, 6 de abril de 2013

Marco Feliciano chega mais cedo e antecipa depoimento ao Supremo



O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) prestou depoimento no início da tarde desta sexta-feira (5) no Supremo Tribunal Federal em ação na qual é acusado de estelionato.
O interrogatório estava marcado para 14h30, mas, de acordo com informações do gabinete do ministro Ricardo Lewandowski, relator da ação penal, o parlamentar chegou por volta das 12h e prestou depoimento a um juiz auxiliar.

Marco Feliciano passou a ser alvo de manifestações e protestos em várias partes do país depois de ter sido eleito, em março, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Os protestos são motivados por declarações do parlamentar interpretadas como homofóbicas e racistas. Denunciado em outro inquérito pela Procuradoria Geral da República, sob a acusação de discriminação, o parlamentar, que é pastor, afirmou ao apresentar defesa por escrito que a Bíblia e a história mostram que os africanos foram alvos de uma "maldição" de Noé devido ao "primeiro caso de homossexualismo da humanidade".

Nesta sexta no STF, Feliciano aguardou pouco mais de uma hora para ser ouvido. O depoimento do deputado, que durou cerca de 30 minutos, ocorreu a portas fechadas. Além do deputado, estavam presentes o advogado dele, o juiz e um representante do Ministério Público.

G1

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Comissão de Direitos Humanos da Câmara fará todas as reuniões fechadas



A Comissão de Direitos Humanos e Minorias aprovou, há pouco, requerimento para que todas as reuniões sejam restritas a parlamentares, servidores e imprensa.

A iniciativa do presidente do colegiado, deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), se justifica, segundo ele, pelas fortes manifestações que ocorrem neste momento e em todas as últimas reuniões contra o parlamentar nos corredores das comissões.

Feliciano argumentou restringir o acesso às reuniões da comissão é a única maneira de dar prosseguimento aos trabalhos.

O deputado é pressionado por colegas e movimentos sociais para deixar a presidência da Comissão, sob acusações de homofobia e racismo.

Na semana passada, dois manifestantes foram detidos, em Brasília, devido a protesto contra a permanência de Feliciano no colegiado.

Agência Câmara

terça-feira, 2 de abril de 2013

Feliciano diz que comissão foi dominada por satanás e justifica no twitter: Satanás' quer dizer adversário



Uma declaração do pastor Marco Feliciano (PSC-SP) de que antes dele a comissão dos Direitos Humanos e Minorias era dominada por “satanás” provocou reações na Câmara. Feliciano justificou, por meio de sua página no Twitter, que ao afirmar que Satanás estava na presidência da comissão de Direitos Humanos antes dele estava querendo dizer que eram adversários que ocupavam o espaço.

Ele disse ter conversado com o líder do seu partido, André Moura (SE), e com a vice-presidente da comissão, Antonia Lucia (PSC-AC), para explicar a situação. A deputada chegou a falar em deixar o cargo após a nova declaração do colega.

Marcos Dantas

sábado, 30 de março de 2013

Peemedebista diz que é preciso deixar Marco Feliciano mostrar trabalho



O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ) defendeu que "não há o que fazer" para forçar a saída do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) do comando da Comissão de Direitos Humanos.

Um dos líderes da bancada evangélica, Cunha afirmou que é preciso deixar o deputado mostrar seu trabalho. "Protestam contra a permanência dele, mas nem deixam que ele se manifeste", disse.

Em entrevista ao programa "Agora é Tarde", da Band, quinta-feira, Marco Feliciano foi questionado se estava sendo usado pelo PT para distrair o público dos casos de corrupção. "Se isso estiver acontecendo, a presidente Dilma deve estar jogando fora o apoio dos evangélicos para a eleição do ano que vem", respondeu.

Folha de SP.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Deputado Feliciano pede prisão de manifestante que o teria chamado de racista



Um manifestante foi preso hoje durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM). A ordem de prisão foi dada pelo próprio presidente da comissão, Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que afirmou ter sido chamado de racista pelo manifestante. A polícia legislativa agiu em seguida e deteve o manifestante.

Após a confusão, o presidente suspendeu a sessão por cinco minutos e transferiu a audiência para o Plenário 11. Só poderão participar da reunião parlamentares, debatedores e a imprensa.

A Comissão de Direitos Humanos tenta debater a contaminação do solo por chumbo em Santo Amaro da Purificação (BA). Desde antes do início da reunião, o Plenário 9 já estava lotado de manifestantes. O acesso era controlado por seguranças.

Até hoje, a comissão não conseguiu realizar votações ou levar debates adiante devido aos protestos realizados por manifestantes da área de direitos humanos contra a permanência de Marco Feliciano na presidência do colegiado.

Agência Câmara