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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Campanha de vacinação contra a gripe começa no proximo dia 22



A campanha nacional de vacinação contra gripe deste ano será realizada de 22 de abril a 9 de maio, sendo 26 o dia de mobilização nacional. A novidade deste ano é a ampliação da faixa etária para crianças de seis meses a menores de cinco anos. No ano passado, o público infantil foi de seis meses a menores de dois anos. A estratégia de mobilização para todo o país, executada em parceria com estados e municípios, foi anunciada pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro. 

O público-alvo da campanha é de 49,6 milhões de pessoas e a meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% desta população, considerada de risco para complicações por gripe. Além das crianças de seis meses a menores de cinco anos, integram este grupo pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. As pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais também devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação.

Durante a apresentação da campanha, o ministro Arthur Chioro destacou a importância da ampliação da vacina ao público infantil. “A extensão da faixa etária para os menores de cinco anos tem como finalidade reduzir casos graves e óbitos”, ressaltou. Segundo o ministro, a vacinação desta faixa etária beneficia tanto a criança que recebe a vacina, como também os grupos mais vulneráveis que convivem com ela. Assim, são imunizadas, indiretamente, lactentes menores de seis meses de idade (crianças amamentadas); idosos e pessoas com doenças crônicas. Outro fator que contribuiu para a inclusão desta faixa-etária foi o fato de que as taxas de internação em crianças menores de cinco anos, em 2013, terem se igualado a dos idosos.

O ministro lembrou ainda que, apesar das diferenças climáticas no país, as recomendações para prevenção da gripe são mesmas para todas as regiões. “É importante manter os hábitos saudáveis de higiene, como lavar as mãos sempre e manter os ambientes arejados”, aconselhou. Ele explicou ainda que o Ministério da Saúde, em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde, está preparando a rede e as equipes de saúde para o atendimento dos pacientes com gripe. Esta preparação também inclui a realização de diagnósticos e abastecimento dos estados e municípios com antivirais. “Todo o recurso que investimos em prevenção, retorna à sociedade, seja na melhoria da qualidade de vida da população ou pela diminuição dos casos graves e óbitos”, afirmou Chioro.

O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, destacou a importância do lançamento da campanha neste período que antecede o inverno, estação mais propícia para a gripe. “A criação de anticorpos ocorre entre duas e três semanas após a aplicação da dose. Por isso é importante que as pessoas procurarem a vacinação no período da campanha. Assim, quando chegar o inverno, estarão protegidas”, afirmou Barbosa. O período de maior circulação da gripe é de final de maio a agosto. O secretário ressaltou que a vacina contra a influenza é diferente das demais porque tem efeito limitado, ou seja, é elaborada apenas no período da sazonalidade.

CAMPANHA- Com tema “Vacinação contra a gripe: você não pode faltar”, a campanha do Ministério da Saúde para este ano orienta cada público prioritário a procurar os postos vacinação no período da mobilização. A campanha será veiculada na TV, rádio, mídia exterior, mídia impressa e internet. O custo total da campanha é de R$ 14 milhões

No Minuto

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Senado aprova PEC que permite médico militar atuar no SUS

Ministro da Saúde: Alexandre Padilha
O Senado aprovou ontem (7), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição 122/2011, que permite aos médicos militares atenderem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A votação da PEC foi acompanhada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A iniciativa é mais uma medida para aumentar a oferta de médicos em localidades onde há carência desses profissionais.

Pelo texto aprovado, os médicos da Marinha, Aeronáutica e do Exército poderão atuar nos hospitais da rede pública em horário alternativo ao da jornada nos estabelecimentos militares, como durante folgas e fins de semana. Eles poderão acumular função e serem contratados por prefeituras e pelos governos estaduais.

“Essa é mais uma estratégia para levar mais médicos para as cidades onde não temos profissionais ou também que têm médicos militares, mas podem atender mais a população, que mais precisa no fim de semana, em horários de plantão. Em algumas situações, a carga horária do médico militar chega a 20 horas. Então, ele poderia, mesmo durante a semana, atender no posto de saúde, nas UPAs 24 horas [unidades de Pronto-Atendimento que não fecham], em outros hospitais por contratos com a prefeitura ou governo estadual. Será muito bom para a população que espera médicos no posto de saúde, no pronto-socorro. Alguns são especialistas, pode ser uma oferta de especialistas, radiologistas, gineco-obstetras e tratamento do câncer”, disse Padilha.

Agência Brasil

sexta-feira, 22 de março de 2013

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha promete parceria para melhorar as unidades hospitalares do Estado



No Hospital Walfredo Gurgel,  um batalhão de fotógrafos, cinegrafistas e repórteres aguardavam a chegada do ministro da Saúde, Alexandre Padilha. E o secretário de Saúde, Luiz Roberto, levou o ministro Padilha para o corredor mais lotado.

Além da governadora Rosalba Ciarlini, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, o ministro Garibaldi Filho, o senador Paulo Davim, o presidente da Assembleia, Ricardo Motta e os deputados federais João Maia, Fátima Bezerra e Paulo Wagner acompanharam a visita do ministro da Saúde, que prometeu recursos para melhorias das unidades hospitalares do Rio Grande do Norte.

Marcos Dantas

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Depois de muita conversa com Henrique, ministro da saúde promete incluir SOS Emergência no Walfredo Gurgel

A solução foi prometida pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em conversa pelo telefone com o deputado Henrique Alves. A saída encontrada foi a inclusão do Hospital Walfredo Gurgel na Rede SOS Emergência com 11 hospitais públicos de grande porte. O Walfredo será o 12º hospital da rede e contará com 100 leitos de retaguarda, no valor de R$1,5 milhão por mês já a partir de fevereiro. Os leitos serão pactuados na rede privada e regulados pela central do Walfredo Gurgel. Na próxima semana, técnicos do Ministério da Saúde irão se reunir com os parceiros do SUS, em Natal, para fecharem o contrato.

Depois de duas horas de reunião com o secretário Nacional e Atenção à Saúde, Henrique e o secretário Domício Arruda ficaram animados com as promessas do Governo Federal. O Hospital Walfredo Gurgel ainda recebera R$ 3 milhões para reforma, compra de equipamentos e mobiliário, mais R$ 300 mil mensais para custeio e a tabela dos serviços prestados ao SUS será dobrada.

Marcos Dantas