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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Em 2012, Brasil respondeu por 11% dos homicídios no mundo, diz ONU




Um em cada dez homicídios registrados em 2012 aconteceu no Brasil, segundo relatório do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) lançado mundialmente nesta quinta-feira (10). De acordo com o "Estudo Global sobre o Homicídio 2013", que traz dados relativos ao ano de 2012, o Brasil teve 50.108 homicídios, o que representa a pouco mais de 11% de todos os 437 mil assassinatos cometidos no mundo.

Segundo a ONU, o Brasil mantém uma taxa estável de homicídios no panorama geral –em 2012, esse número foi de 25,1 homicídios dolosos por 100 mil habitantes. Mas a entidade diz que um olhar mais atento aos números mostra disparidades gritantes entre as diferentes regiões do país.

Enquanto nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo o número de homicídios tem caído, no Norte e no Nordeste do país eles cresceram. Na Paraíba, de acordo com o relatório, o aumento foi de 150%. Na Bahia, nos últimos dois anos o número de mortes violentes cresceu 75%.

No Nordeste, apenas um estado viu cair o seu número de homicídios: Pernambuco, que apresentou queda de 38,1%.

Homem é quem mais mata e mais morre
No relatório, que foi apresentado em Londres nesta quinta, a UNODC revela que das 437 mil pessoas assassinadas há dois anos, 80% eram homens –95% dos autores dos crimes também eram do sexo masculino.

"Há uma necessidade urgente de entender como o crime violento está afetando países de todo o mundo, particularmente homens jovens e também as mulheres", afirmou o diretor de Análise de Políticas e Assuntos Públicos do órgão, Jean-Luc Lemahieu.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Presidente Dilma diz defender 'segurança' e não 'controle' da internet


Esclarecendo um ponto polêmico na discussão internacional sobre o futuro da internet, a presidente Dilma Rousseff disse nesta quarta-feira que o Brasil não está pedindo "interferência" da ONU na rede, e sim ações para "preservar a (sua) segurança", protegendo o mundo de uma "nova guerra" no plano virtual.

Bandeira central no discurso que a presidente fez na terça-feira na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, Dilma disse que seu governo não concorda com "esse tipo de controle", mas quer propor legislação internacional evitar que "a nova guerra se dê dentro do mundo cibernético".

Desde que o Planalto reagiu às denúncias de espionagem atribuídas à Agência Nacional de Segurança americana (NSA), analistas e jornalistas têm criticado o que dizem ser um desejo do Brasil de se separar da internet americana ou promover o controle da rede por meio de uma entidade como a ONU.

"Nós não estamos pedindo interferência da ONU, não estamos dizendo 'ONU, controle a internet'", disse Dilma. "Nós não concordamos com esse tipo de controle. Nós estamos dizendo 'ONU, preserve a segurança, não deixe que a nova guerra se dê dentro do mundo cibernético, com hackers e tudo'".

EBC

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Dilma discursa nesta terça na ONU sobre espionagem dos EUA


Em meio ao mal estar entre Brasil e Estados Unidos gerado pelas recentes denúncias de espionagem, a presidente Dilma Rousseff abrirá na manhã desta terça-feira (24) a Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York, com um discurso em favor do respeito à privacidade dos cidadãos e à soberania dos países.

O chefe de Estado brasileiro é, tradicionalmente, sempre o primeiro a discursar porque o Brasil foi o primeiro pais a virar membro da ONU, em 1945, após a Segunda Guerra Mundial. A presidente usará cerca de 30 minutos para expor, entre outros temas, a proposta de que as Nações Unidas crie regras claras sobre o acesso a informações privadas na internet  e imponha limites às ações de inteligência entre as nações.

G1

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Em Nova York, Dilma pede 'eliminação completa' das armas nucleares

Em um discurso de cerca de sete minutos, a presidente Dilma Rousseff defendeu, nesta quinta-feira (22) que o desarmamento nuclear é "fundamental para a segurança mundial". Ela participou da Reunião de Alto Nível sobre Segurança Nuclear, que faz parte dos compromissos da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.

"Todo estoque de material nuclear voltado para uso militar escapa dos mecanismos internacionais de controle, mas o desarmamento nuclear é fundamental para a segurança mundial", afirmou.

"Seria, sem dúvida, necessário para fins de segurança fiscalizar ambos. É imperativo ter no horizonte previsível a eliminação completa das armas nucleares. A ONU deve se preocupar com isso", completou.

A presidente expôs preocupação sobre o uso da energia nuclear para necessidades de abastecimento e seu eventual desvio para outros fins. "Sabemos que, para muitas nações, a energia nuclear continuará a ser alternativa para atender as necessidades energéticas. (...) O compromisso do Brasil no uso pacífico é irreversível e está expresso em nossa Constituição Federal."

Dilma afirmou que, no Brasil a energia nuclear representa em torno de 2% da matriz energética. "No meu país temos reduzida presença de centrais nucleares. 82% da matriz elétrica é renovável." Afirmou também que o Brasil usa ainda átomos em produtos médicos e agrícolas e pesquisa. Ressaltou ainda que, na América Latina e no Caribe, é proibido o uso não pacífico da energia nuclear. "Somos uma das maiores áreas livres de armas nucleares."

G1

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Dilma abre nesta quarta debate da Assembleia Geral das Nações Unidas


A presidente Dilma Rousseff abre nesta quarta-feira (21), às 9h, o Debate Geral da 66ª Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. Primeira mulher a fazer o discurso de inauguração do evento, que por tradição cabe ao chefe de Estado brasileiro, Dilma falará sobre a crise financeira internacional, conflitos no Oriente Médio, aquecimento global e participação política das mulheres.

Robson Pires