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terça-feira, 25 de outubro de 2016
Ministro do STF diz em palestra que pessoas têm vergonha em aplicar a lei no Brasi
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quarta-feira, 15 de junho de 2016
Teori Zavascki rejeita pedidos de prisão de Renan, Jucá e Sarney
O ministro Teori Zavascki negou o pedido de prisão contra três caciques do PMDB, o senadorRenan Calheiros, o senador Romero Jucá e o ex-presidente José Sarney. No caso do Cunha, o ministro Teori pediu explicações dele antes de tomar a decisão sobre o seu pedido de prisão.
Em relação ao deputado afastado, Eduardo Cunha, o ministro Teori Zavascki tomou uma decisão diferente. Ele deu um prazo de cinco dias para que Eduardo Cunha se defenda no pedido de prisão feito pelo procurador-geral da República.
Para o ministro Teori Zavascki, mesmo as gravações feitas por Sérgio Machado mostrando diálogos que não estão à altura de autoridades, elas não são suficientes para mandar prender o presidente do Senado Renan Calheiros, o senador Romero Jucá e o ex-presidente José Sarney.
Teori diz: "É fato que as gravações realizadas pelo colaborador revelam diálogos que aparentemente não se mostram à altura de agentes públicos titulares dos mais elevados mandatos de representação popular. E que, de qualquer modo, o Supremo Tribunal Federal, em reiterados pronunciamentos, tem afirmado que, por mais graves e reprováveis que sejam as condutas supostamente perpetradas, isso não justifica, por si só, a decretação da prisão cautelar."
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sexta-feira, 10 de junho de 2016
Teori libera para julgamento segunda denúncia contra Cunha
O ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para julgamento a segunda denúncia contra o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Ele é acusado de manter contas secretas na Suíça abastecidas por dinheiro desviado do esquema de corrupção da Petrobras.
Segundo o Broadcast apurou, o mais provável é que o caso seja levado a plenário no dia 23 de junho. Também serão julgados recursos que pedem para que a mulher de Cunha, Cláudia Cruz, e a filha Danielle Dytz sejam julgadas pelo STF, e não pelo juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato na Justiça de 1ª instância, em Curitiba.
A denúncia contra Cunha foi oferecida ao STF pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em março. O parlamentar é acusado da prática dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Também em março, o peemedebista se tornou réu no processo que apura se ele recebeu propina por contratos de navios-sonda da Petrobras.
Cunha ainda responde a pelo menos outros quatro processos no STF, um deles sobre a sua participação no esquema de corrupção de Furnas. A defesa do parlamentar tem sustentado que não há provas materiais de que o peemedebista tenha contas no exterior.
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terça-feira, 20 de maio de 2014
Ministro manda libertar doleiro
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, mandou suspender ontem os inquéritos e as ações criminais relacionados à Operação Lava Jato da Polícia Federal e determinou a soltura dos 12 presos acusados de integrar o esquema de lavagem de dinheiro, entre eles o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef. Apontado como elo entre o doleiro e a Petrobras e alvo de duas das oito ações penais que estavam em curso, Costa deixou ontem mesmo a sede da Polícia Federal em Curitiba, onde estava preso desde 20 março. Youssef, detido desde o dia 17 daquele mesmo mês, deve ser liberado nos próximos dias, assim como outros dez acusados de integrar o esquema que movimentou, segundo as investigações, cerca de R$ 10 bilhões.
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