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sábado, 5 de abril de 2014

Brasil é o 11º país mais inseguro do mundo no Índice de Progresso Social




A violência é o principal item que puxa para baixo o desempenho do Brasil em qualidade de vida, de acordo com dados do relatório Índice de Progresso Social (IPS) divulgado nesta sexta-feira (4). Entre os 132 países analisados pelo documento, o Brasil aparece como na 122ª posição no ranking de segurança pessoal. Ou seja, considerando o final do ranking como o de país mais inseguro, o Brasil aparece em 11º lugar.

A lista ém encabeçada pelo Iraque, considerado o país mais inseguro do mundo. Em seguida aparecem Nigéria, Venezuela, República Centro-Africana, África do Sul, Chade, República Dominicana, Honduras, México, Sudão e Brasil.

Países que recentemente foram alvos de manifestações violentas como Egito, Líbano, Ucrânia e Iêmen tem índice de segurança pessoal maior que o Brasil.

O IPS é elaborado pela da organização sem fins lucrativos Social Progress Imperative e seus dados estão divididos em três grupos: necessidades humanas básicas, fundamentos de bem estar e oportunidades. Cada um tem quatro indicadores de qualidade. No índice geral de qualidade de vida, o Brasil ficou na 46ª posição na edição de 2014 do IPS.

O Brasil soma 37,25 pontos em segurança pessoal em uma escala de 0 a 100. O Iraque tem 21,52 pontos. O país mais seguro do mundo, segundo o índice, é a Islândia, com 93,45 pontos, seguida por Suécia, Suíça, Noruega, Dinamarca e Japão.

Na América do Sul, o Brasil aparece como menos inseguro apenas que a Venezuela. Depois vêm Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Argentina, Bolívia, Chile e Uruguai, este, o com a maior pontuação em termos de segurança (72,01 pontos).

São cinco os quesitos usados para avaliar o nível de segurança dos cidadãos de cada país: a taxa de homicídios, o nível de crimes violentos, a percepção sobre a criminalidade, o terror político e as mortes no trânsito.

O Brasil é um dos 24 países com maior média de mortes violentas, com mais de 20 homicídios por 100 mil habitantes, segundo dados compilados pelo relatório a partir de informações da Unidade de Inteligência da revista britânica The Economist.

Em uma classificação de 1 a 5 para medir o nível de problemas que o governo e os negócios podem sofrer nos próximos dois anos por causa da criminalidade, o Brasil ficou com o nível 4.

Em termos de percepção geral da criminalidade, o Brasil também ficou no nível 4, em uma escala de 1 a 5, onde 5 representa a menor confiança possível na maioria dos cidadãos.

O relatório também inseriu na comparação entre países alguns dados de relatórios da Anistia Internacional e do governo dos Estados Unidos sobre o terror político, ou seja, a atuação dos governos em relação a opiniões opositoras.

Nesse caso, o Brasil ficou com a pontuação 3,5, entre os níveis 3, que indicam características de um Estado que aceita prisões por motivações políticas, com ou sem julgamento, e 4, referentes a um governo que viola direitos civis e políticos sistematicamente, e onde tortura e desaparecimentos são fenômenos cotidianos.

Já entre as mortes no trânsito, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o país ficou na 29ª posição, com 22,5 mortes a cada 100 mil habitantes.

G1

sexta-feira, 4 de abril de 2014

OAB/RN lança Movimento Basta de Violência no RN




A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio Grande do Norte promoveu nesta quarta-feira, 2, reunião de lançamento do Movimento “Basta de Violência”, que tem o objetivo de discutir a falta de segurança no Estado e propor soluções para diminuir o índice de criminalidade. Ficou definido que o movimento, que é formado por representantes da sociedade civil organizada, realizará ato público no dia 10 de abril, às 10h, na Governadoria, para entregar manifesto propondo soluções e cobrando ações voltadas para diminuir os índices de insegurança e violência no Estado.

Alderi Dantas

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Violência em Assú é destaque na mídia estadual através do RN TV


Ontem foi ao ar no Jornal RNTV, através InterTV Cabugi, uma materia sobre a violência na cidade de Assú, intitulada "Moradores de Assú, no interior do RN, estão assustados com a violência"a reportagem aborda o caos na segurança do município e a estrutura policial na cidade.

Veja a matéria na integra aqui.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Entre 2010 e 2011, RN foi o estado do país onde violência mais cresceu


O Rio Grande do Norte foi o estado brasileiro que apresentou maior índice de crescimento no número de assassinatos nos últimos anos, conforme dados do Ministério da Saúde divulgado ontem pela Agência Brasil. Entre os anos de 2010 e 2011, o aumento foi de 27,9%, com o registro de 1.042 homicídios. No entanto, o secretário de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), Aldair da Rocha, disse que esse percentual foi de 10% e anunciou um projeto para incrementar o policiamento ostensivo na Região Metropolitana de Natal nos próximos meses.

Conforme os dados estatísticos do Ministério da Saúde, entre os anos de 2004 e 2011, os casos de assassinatos triplicaram no Estado, que ultrapassou a marca de mil mortes violentas em 2011. Somente no ano passado, o Conselho Estadual de Direitos Humanos contabilizou 952 homicídios, o que dá uma média de 79 casos por mês.

Para Aldair da Rocha, esses números revelam que, ao contrário do que mostram os dados do Ministério da Saúde, está acontecendo uma redução no aumento da quantidade de homicídios no Rio Grande do Norte. Segundo ele, a distorção entre as duas contagens acontece por causa de uma confusão na classificação de homicídios e mortes violentas.

“Até 2010, se computavam todas as mortes violentas como homicídios, o que nem sempre acontecia. Um exemplo é o caso de uma pessoa que é baleada e morre um dia depois, no hospital. Nesta situação, na realidade, o que aconteceu foi uma lesão corporal seguida de morte, mas antes, era classificada como homicídio, o que ocorre quando a pessoa morre na hora. Isso aumentava e muito os números reais e, consequentemente, o percentual de assassinatos”, explicou o secretário.

Alex Viana