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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Denúncias de violência contra a mulher aumentam 60% no Ligue 180


A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, disse nesta quarta-feira (18) que as denúncias de violência contra a mulher recebidas pelo Ligue 180 nas últimas três semanas aumentaram em 60%. As ligações passaram de uma média – sem dúvida nenhuma, absolutamente absurda – de 12 mil para 20 mil por dia.

Eleonora Menicucci atribuiu esse aumento à campanha nacional “Violência contra as mulheres – Eu ligo”, que visa a estimular as denúncias por meio da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180. A campanha foi lançada no dia 25 de maio e incluiu um novo aplicativo para celular chamado Clique 180, que pode ser baixado na internet. O aplicativo permite o acesso direto ao Ligue 180 e contém informações sobre os tipos de violência contra a mulher, dados de localização dos serviços da rede de atendimento e proteção, além de sugestões de rota para chegar até eles.

Alderi Dantas

sábado, 5 de abril de 2014

Ipea diz que são 26% e não 65% os que apoiam ataques a mulheres




O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do governo federal, informou nesta sexta-feira (4) que errou ao divulgar na semana passada pesquisa segundo a qual 65,1% dos brasileiros concordam inteiramente ou parcialmente com a frase "Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas". De acordo com o instituto, o percentual correto é 26%.

O diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, o cientista social Rafael Guerreiro Osório, pediu exoneração assim que o erro foi constatado, informou o instituto. Osório ingressou no Ipea em 1999 e é autor de estudos sobre mobilidade social, desigualdade e pobreza.

A pesquisa divulgada com erro é intitulada "Tolerância social à violência contra as mulheres" e teve ampla repercussão. A presidente Dilma Rousseff chegou a comentar por meio do microblog Twitter. Com base nos dados da pesquisa, ela disse que o país tem "muito o que avançar no combate à violência contra a mulher".

Em razão da pesquisa, a jornalista Nana Queiroz, de Brasília, lançou um protesto chamado "Eu não mereço ser estuprada", que se espalhou pelas redes sociais, com fotos de homens e mulheres reproduzindo a frase em fotos pessoais. Pelo Twitter, ela disse que foi ameaçada de estuprodevido à repercussão da campanha e recebeu a solidariedade de Dilma. A ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, também aderiu à campanha e publicou foto com os dizeres "As mulheres não merecem ser estupradas".

Segundo o Ipea, a pesquisa ouviu 3.810 pessoas entre maio e junho do ano passado em 212 cidades. Do total de entrevistados, 66,5% são mulheres.

Em nota divulgada nesta sexta, o instituto pede desculpas e informa que "o erro relevante" foi motivado por uma troca de gráficos que inverteu resultados de duas das questões – "Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar" e "Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas".

"Com a inversão de resultados entre as duas questões, relatamos equivocadamente, na semana passada, resultados extremos para a concordância com a segunda frase, que, justamente por seu valor inesperado, recebeu maior destaque nos meios de comunicação e motivou amplas manifestações e debates na sociedade ao longo dos últimos dias", diz o texto da nota.

Apesar do erro, a nota do Ipea afirma que as conclusões gerais da pesquisa "continuam válidas". "Pedimos desculpas novamente pelos transtornos causados e registramos nossa solidariedade a todos os que se sensibilizaram contra a violência e o preconceito e em defesa da liberdade e da segurança das mulheres", afirmou o instituto.

G1

terça-feira, 16 de julho de 2013

Prefeito de Caicó sanciona lei que determina divulgação da Lei Maria da Penha nos estabelecimentos


O prefeito de Caicó Roberto Germano (PMDB) sancionou a lei 4.595, de 11 de julho de 2013 que facilita a divulgação de consulta pela população ao que rege a Lei Maria da Penha. A partir de agora, a lei será disponibilizada para consulta da população, em local visível e de fácil acesso, nas delegacias de policias, nas bibliotecas das  escolas públicas, e nas bibliotecas públicas, no âmbito da cidade de Caicó.

Para facilitar a divulgação serão disponibilizados na entrada dos estabelecimentos, cartazes com a seguinte legenda: “Disponibilizamos Lei Maria da Penha para seu conhecimento e busca de seus direitos em qualquer situação de violência doméstica e familiar” “Precisando de ajuda? Procure um de nossos servidores ou Ligue 180 Central de Atendimento à Mulher” – “Diga não a violência contra a Mulher”. O projeto que tornou-se lei foi apresentado na Câmara Municipal pela vereadora Mara Costa (PP).

Marcos Dantas