Mostrando postagens com marcador sinal fechado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sinal fechado. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Falta menos de uma semana para a justiça entrar em recesso e decisão sobre Sinal Fechado deve sair até sexta-feira

Faltando menos de uma semana para o início do recesso no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, os desdobramentos da Operação Sinal Fechado são uma incógnita. Após 20 dias da ação do Ministério Público Estadual, que culminou com a prisão de treze pessoas no Rio Grande do Norte, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, as informações acerca da denúncia impetrada pelo MP são liberadas paulatinamente.

E a expectativa dos acusados que continuam presos de forma preventiva e de mais 27 denunciados pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, se concentra em torno da decisão da juíza titular da 6ª Vara Criminal, Emanuella Cristina Pereira Fernandes, que analisa a denúncia oferecida pelo Ministério Público no dia 2 de dezembro.  Os advogados de defesa dos supostos envolvidos na Sinal Fechado, acreditam que a decisão da magistrada seja proferida até a próxima sexta-feira (16). Desde que a operação foi deflagrada, a juíza Emanuella Cristina Pereira Fernandes não concedeu entrevistas.

Trinuna do Norte

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sinal Fechado: MPE arrola como testemunhas marido da governadora, vice-governador e presidente da OAB

O marido da governadora Rosalba Ciarlini, Carlos Augusto Rosado; o vice-governador Robinson Faria; e a ex-consultora geral do Estado, Tatiana Mendes, estão entre as testemunhas arroladas pelo Ministério Público Estadual(MPE) para depor no processo da Operação “Sinal Fechado”.

Também constam da lista o ex-secretário do governo Wilma de Faria, Wagner Araújo, e o presidente da OAB, Paulo Eduardo Teixeira, além de empresários, contadores, gerentes de bancos e procuradores do Estado. Ao todo o MPE arrolou 30 testemunhas.

Confira a lista:
  1. Carlos Augusto de Sousa Rosado 
  2. Robinson Mesquita de Faria
  3. Francisco Vágner Gutemberg de Araújo 
  4. Tatiana Mendes Cunha 
  5. Gustavo Peguy de Oliveira Galvão - contador 
  6. Severino Barbosa de Lima 
  7. Terezinha Rodrigues Fernandes 
  8. Arlindo do Nascimento - chefe de gabinete do diretor-geral do Detran/R
  9. Maria Selma Maia de Medeiros Pinheiro - presidente da CPL do Detran/RN
  10. Maria da Penha Araújo Silva, assessora jurídica do detranrn 
  11. Henrique - gerente-eral do Banco do Brasil, agência Ponta Negra (1845-7) 
  12. José Filho - gerente de relacionamento das contas da go desenvolvimento de negócios no Banco do Brasil, agência Ponta Negra
  13. Paulo Eduardo Pinheiro Teixeira - presidente da OAB/RN
  14. Eliana Trigueiro Fontes - procuradora do Estado 
  15. Íris de Carvalho Medeiros - procuradora do Estado 
  16. Marcos Antônio Pinto da Silva - procurador do Estado 
  17. Thomas Silveira Guimarães Filho - empresário com domicílio na sede do Sincodern 
  18. Luiz Augusto Maranhão Valle – empresário 
  19. Albimar Correia de Morais - servidor público do Detran/RN 
  20. Débora de Faria Gurgel. 
  21. Francisco Canindé Alves Filho - assessor jurídico do Detran/RN
  22. Henrique Neto Gomes de Holanda 
  23. Luiz Bertoldo Júnior
  24. Eduardo Henrique Viana de Souza - engenheiro mecânico
  25.  Francisco de Assis Oliveira Fontes - engenheiro mecânico e professor universitário
  26. Larissa Gurgel Trigueiro - atendente
  27. Gerse Dantas de Oliveira - atendente
  28. Maria Neta Pereira - digitadora 
  29. Zildjane Zilânya Ribeiro Guerra - digitador
  30. Diogo Ferreira da Silva - digitador.
Oliveira Wanderley

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Na denúncia da Sinal Fechado, Ministério Público convoca 30 testemunhas, entre elas Carlos Augusto Rosado e Robinson Faria


Na denúncia que fez à Justiça estadual apontando um esquema de corrupção no DETRAN do Rio Grande do Norte, no período de 2008 a 2010, o Ministério Público Estadual citou como testemunhas de acusação o marido da governadora Rosalba Ciarlini, o ex-deputado Carlos Augusto Rosado, e o vice-governador Robinson Faria.

Na extensa lista de testemunhas também são citados o atual secretário municipal de Gestão de Pessoas, Vagner Araújo, e a ex-consultora geral do Estado, Tatiana Mendes Cunha.

No total, são 30 pessoas citadas como testemunhas para o Ministério Público estadual.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Wilma faz desclrações em seu twitter.

Wilma de Faria

Sobre os útimos acontecimentos no RN, quero dizer que: nada tenho a temer, a justiça vai prevalecer e a luta continua...
Wilma se refere as acusações que a Promotória tem feita dela na operação sinal fechado. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Wilma desafia o MP a comprovar envolvimento no esquema fraudulento

A ex-governadora Wilma de Faria emitiu nota sobre a operação Sinal Fechado, deflagrada ontem (25), pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte. A presidente do PSB potiguar, citada como possível beneficiária com o esquema de corrupção montado através da inspeção veicular, afirma que seu nome foi envolvido em noticiário escandaloso de "má fé" como se "para julgar a honra de alguém bastasse apenas substituir a verdade pela pirotecnia jurídica.
Relembrando denúnicas relacionadas ao seu Governo, como a manutenção pela própria Wilma de Faria de uma conta bancária na Suíça, onde ela afirma ter desmoralizado a denúncia perante a Justiça e o povo, ela disse que sempre foi acusada injustamente e desafiou o Ministério Público a comprovar as denúncias contra ela.

Confira a nota na íntegra:

Mais uma vez, sempre de má fé, o meu nome é envolvido em noticiário escandaloso como se para julgar a honra de alguém bastasse apenas substituir a verdade pela pirotecnia jurídica.

Toda a opinião pública se recorda que, antes mesmo da minha posse para o primeiro governo, fui vítima de denúncia escabrosa de possuir uma conta milionária na Suíça. Denúncia esta que desmoralizei perante a justiça e o povo.

Ao longo dos meus dois governos fui, várias vezes, acusada injustamente da prática de conviver com ilicitudes, sem sequer ser ré em qualquer ação judicial que apure crimes de corrupção.

Há nove meses os fatos anunciados na chamada operação "Sinal Fechado" são objeto de investigação do Ministério Público Estadual que, não incluiu meu nome na relação dos acusados e não pediu qualquer medida contra mim.

A má fé se caracterizou quando indagado pela imprensa durante entrevista coletiva, sobre as acusações objetivas contra mim, um representante do ministério público limitou-se, de forma precária, a dizer que não há provas contra a minha pessoa.

Sou ré, sim, de uma má fé que insiste em transformar em verdade desejos, frustrações e medos políticos inconfessáveis.

Na elaboração da mensagem criando a Lei de n. 7290, em dezembro de 2009, que instituiu o serviço de inspeção veicular no Rio Grande do Norte, os ritos legais foram, rigorosamente, observados e cumpridos.

O Gabinete Civil do governo submeteu a mensagem aos órgãos de assessoramento jurídico do Estado, para, só então, encaminhar ao Poder Legislativo, onde a lei foi aprovada, em sessão pública.

A inspeção veicular, prevista na legislação federal, foi também cobrada pelo próprio Ministério Público, preocupado com o controle da poluição ambiental.

A lei que sancionei nunca foi questionada pelo Ministério Público ou pelo Poder Judiciário.

O envolvimento do meu nome é um ato de absoluta má fé. não sou ré e as 189 laudas da petição do Ministério Público mostram que não sou. não há na peça acusatória nenhuma denúncia que exija de mim pelo menos uma explicação.

Não quero acreditar que a insistência da má fé tenha se transformado em prestação de serviço político da parte de uma instituição que tem o dever de bem acusar os culpados, mas também de bem defender a verdade, para não pré-julgar inocentes, expondo à sanha da opinião pública, intencionalmente confundida.

Desafio que provem qualquer envolvimento da minha pessoa nas denúncias de recebimento de propinas ou de conivência com lobistas.

Sempre estive e continuo à disposição do povo e da justiça para prestar todos os esclarecimentos que a sociedade julgar necessário.

Nada temo. Nem as mais sórdidas ameaças. Partam de onde partirem. A minha honra não conseguirão ferir.

Wilma Maria de Faria