terça-feira, 13 de março de 2012

Presidente da Câmara rompe com bloco governista e reforçará fileira da oposição na eleição 2012 em Itajá

Eleito para presidir o Poder Legislativo municipal de Itajá, Vale do Açu, no biênio 2011/2012, apoiado pelos quatro vereadores de oposição, em razão do recuo da bancada governista em respaldar seu projeto político, o vereador Manoel Roberto da Cunha (DEM) encontrou uma maneira de garantir reciprocidade aos colegas: ele formalizou esta semana seu rompimento com o sistema situacionista e, agora, somará com o bloco que se opõe à administração do prefeito Gilberto Eliomar Lopes (DEM).

O distanciamento do presidente da Câmara da seara governista foi anunciado pelo ex-prefeito Lutércio Jackson Guimarães (PMDB). "A partir de agora o presidente da Câmara faz parte de nossa bancada, a bancada de oposição", comunicou o ex-mandatário, que é apontado como a principal referência oposicionista à sucessão municipal do dia 7 de outubro vindouro.

"Este é o segundo vereador que, por estar insatisfeito com a situação, está vindo se juntar à oposição", completou Lutércio Guimarães.

Enquanto a adesão do vereador Manoel Roberto reforça a ala oposicionista, consequentemente fragiliza a base governista. A oposição agora reúne cinco representantes na alçada do Poder Legislativo: Francisco das Chagas da Silva (PR), João Firmo Lopes (PMDB), Francisco Diassis Ferreira (DEM), Francisco Siqueira de Brito (PSB) e Manoel Roberto.  

Motivos do rompimento serão expostos pela imprensa
O ex-prefeito de Itajá Lutércio Jackson Guimarães adianta que nesta semana o presidente da Câmara procurará a imprensa da região para esclarecer as razões que o levaram a deixar o bloco de situação.

Agora, com a defecção do presidente, a ala governista na Câmara passou a ser minoritária.

Ela é composta por quatro vereadores: Luiz Carlos Guimarães, Francisco Neto da Silva e Carlos Marcondes Matias Lopes (todos do DEM); e Geraldo Valentim (PSB).

Este cenário projeta que, teoricamente, a administração municipal terá mais dificuldades para garantir a aprovação de matérias de seu interesse.

Há ainda a expectativa de que haja mais rigor da Câmara no tocante à fiscalização da coisa pública de uma maneira em geral.

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