Para evitar o isolamento da candidatura de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo, a direção nacional do PT já admite abrir mão de lançar candidatos próprios em algumas cidades consideradas “estratégicas” e apoiar as chapas encabeçadas por políticos do PSB e do PCdoB, em troca de apoio na capital paulista.
Campos e Larissa: discussão longe de Mossoró
Segundo
o presidente nacional do PT, Rui Falcão, o partido pode desistir de
lançar candidatos nas cidades de Macapá (AP), Mossoró (RN), Duque de
Caxias (RJ), Cuiabá (MT), para apoiar os candidatos do PSB, e em
Florianópolis (SC) e Manaus (AM), para apoiar o PCdoB. Cobiçado pelo
PT e pelo PSDB, o PSB quer adiar para junho o anúncio da aliança, mas a
decisão incomoda os petistas, pois Haddad é um dos poucos
prefeituráveis que ainda não recebeu apoio de outros partidos.
Em
São Paulo, a situação é delicada pois o líder do PSB no Estado,
Márcio França, integra a equipe do governador Geraldo Alckmin (PSDB) –
ele é secretário estadual de Turismo – e é favorável à aliança com o
pré-candidato tucano, José Serra. Por outro lado, o presidente
nacional da legenda, o governador Eduardo Campos (PE), negocia
diretamente com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o apoio à
candidatura do ex-ministro da Educação, mas, em troca, exige o apoio
do partido em outros Estados.
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