sexta-feira, 13 de abril de 2012

TCE condena Odelmo Rodrigues a devolver quase R$ 65 mil aos cofres públicos do Assu

 
O Tribunal de Contas do Estado – TCE condenou manhã de hoje durante sessão da Primeira Câmara do Tribunal de Contas, o vereador do PSD e atual presidente da Câmara Municipal do Assu, Odelmo de Moura Rodrigues, a devolver aos cofres públicos a quantia de R$ 64.489,40 por causa de despesas irregulares, durante o exercício de 2005, quando ele exercia também o cargo de gestor e ordenador de despesas do legislativo assuense.
 
A relatora do processo de Nº 013108/2006, conselheira do TCE, Maria Adélia Sales, votou pela irregularidade, com ressarcimento de R$ 58.489,40, decorrente de ausência de documentação comprobatória de despesas e realização de despesas irregulares com viagens e determinou também pela aplicação de multa ao vereador Odelmo Rodrigues, no valor de R$ 6 mil, por contratação sem concurso público e outras irregularidades.

O atual presidente do diretório do PSD, vereador Odelmo de Moura Rodrigues, foi acusado pelo Ministério Público Especial do Tribunal de Contas do Estado – TCE, de gastar R$ 17.369,40 com aquisição de lanches e refeições para os Vereadores e funcionários. Na avaliação da procuradoria, as despesas estavam desacompanhadas do interesse público, imprescindível à prova da boa e regular aplicação do dinheiro público.

Entre as irregularidades praticadas na gestão de Odelmo Rodrigues como presidente da Câmara de Vereadores do Assu em 2005, segundo o Ministério Público, estão a concessão injustificadas de diárias e despesas no valor de R$ 36.000,00, referente à despesa com locação de veículos não devidamente comprovada face à ausência de documentos, nos termos da Lei Orgânica do TCE.

Além da punição por dano ao patrimônio público provocado pela concessão injustificada de diárias e a aquisição de materiais sem demonstração de suas finalidades públicas, o vereador do PSD, Odelmo Rodrigues, deverá responder a processo por cometimento de atos de improbidade administrativa, se o Ministério Público resolver ingressar com ação judicial nesse sentido.

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